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(11-10-07) - Deverá ser mesmo Ka, e não Fly, como chegou a ser cogitado, o nome do novo carro pequeno da Ford. Vários nomes foram considerados, mas a decisão veio de dentro da montadora, que resolveu manter o nome do carro velho.
O novo modelo, de todo modo, é bem diferente: é maior que o atual por dentro e por fora e a traseira lembra a da linha Peugeot 206. Ele chega ao mercado ainda este ano, em dezembro. Em seguida será lançado na Argentina e, posteriormente, no México.
Câmara aprova o avanço do sinal vermelho
Agora o motorista poderá desrespeitar a legislação que limita velocidade de até 70 km/h à noite ou de madrugada. Um projeto aprovado na Câmara prevê que as multas aplicadas entre 22h e 5h sejam arquivadas, desde que a velocidade apurada não tenha ultrapassado 70 km/h, independentemente do limite de velocidade da via.
O autor do projeto - ex-deputado Pastor Frankembergen – considera que a medida pode reduzir a violência contra motoristas durante as madrugadas, dificultando a investida dos marginais contra veículos em baixa velocidade.
Não tem o menor sentido autorizar o motorista a cometer uma infração para resolver um problema de outra ordem, no caso de segurança.
Ora, se a sociedade, o poder público, não dá conta de garantir a segurança ao cidadão, nem por isso deve abrir mão de outras conquistas sociais, no caso o direito de ter uma sinalização que ordene o ir e vir dos carros nas ruas da cidade.
Claro que, se você se sentir ameaçado quando estiver parado no cruzamento, deve sim passar o farol vermelho. É uma atitude sábia, nesse caso. Mas o motorista que fizer isso deve se responsabilizar pela atitude. E pagar por ela se for o caso.
O que não dá é permitir que o motorista simplesmente passe no farol vermelho. Até porque você estará obrigando o outro motorista a parar – o que vem no farol verde.
“Daimilercraiser” agora, é só uma palavra difícil de pronunciar
A DaimlerChrysler voltou a se chamar Mercedes-Benz. Tirou um peso das costas: livrou-se da parceira incômoda. Pagou alguns bilhões de euros pela empresa estadunidense e a repassou em maio último por US$ 5 milhões. Uma união onde até a pronúncia ficou esquisita: “daimilercraiser”.
A nova denominação segue estratégia definida pela matriz do grupo, na Alemanha, em encontro extraordinário de acionistas em Berlim. A matriz também deixou de ser DaimlerChrysler; voltou a se chamar Daimler AG.
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Envie essa matéria para um(a) amigo(a) _______________________________ Joel Leite (joelleite@autoinforme.com.br) é diretor da agência de notícias especializada no setor automotivo AutoInforme. Produz e apresenta o quadro sobre automóveis no programa Shop Tour e fornece informações para vários veículos de comunicação. É especialista no mercado de automóveis desde 1984, quando começou no Jornal do Carro do Jornal da Tarde. Joel é formado em jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero e pós-graduado em Comunicação e Semiótica.
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