História da coreana
Começando como Kyongseong Precision Industry, fábrica de rodas para bicicletas, sediada em Seul. Devido à Guerra da Coréia, a sede da empresa foi transferida para a cidade portuária de Pusan, e adotou oficialmente o nome de Indústrias Kia, que significa “sair da Ásia para o mundo”, que demonstra a ambição de expansão da empresa. Em 1961 passou a fabricar motores para scooters, e no ano seguinte lançou um pequeno veículo comercial de três rodas.
Design exclusivo
Finalmente, em 1974, apresentou seu primeiro veículo de passeio, chamado Brisa, e continuou crescendo, até que comprou a tradicional Asia Motors. Após uma reestruturação no início da década de 80, em que decidiu focar em veículos comerciais, lançou o Bongo, sucesso que existe até hoje.
Apenas no final dos anos 2000 que a marca passou a ser vista como concorrente séria em mercados mais disputados, como o europeu, devido ao lançamento de carros de alto padrão, como o Sportage, Optima, Cee’d e Rio, que brigavam de igual para igual com concorrentes de marcas alemãs e japonesas, devido a uma linguagem de design marcante, que foi tão crucial para esse crescimento que fez com que o chefe do design da marca, Peter Schreyer, assumisse o cargo de presidente em 2012.
Atuação no Brasil
Com a abertura das importações, a marca desembarcou aqui com os modelos Sephia, Besta, Ceres e K3500. Desses 4, o maior sucesso disparado foi a van Besta, que chegou a ser o veículo importado mais emplacado do país, fazendo da Kia do Brasil o maior distribuidor da marca no mundo.
Hoje ela conta com modelos mundiais, como Optima, Sportage (seu modelo mais vendido atualmente) e Soul, além de Sorento, Picanto e Carnival. Apesar da qualidade de seus produtos, a marca tem tido cada vez menos participação no mercado, devido à sua representação no país.





























