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T-Cross: veja a versão com melhor custo-benefício

E não é a Extreme! Confira os motivos que fazem uma das configurações intermediárias do modelo ser a que mais compensa

por Evandro Enoshita

O Volkswagen T-Cross é o SUV mais popular do Brasil. Encerrou o ano passado como o utilitário esportivo mais emplacado no mercado brasileiro e fechou janeiro de 2026 embalado, levando a taça de carro de passeio mais licenciado no período. Um fenômeno! O T-Cross é comercializado em cinco versões, com preços entre R$ 119.990 e R$ 203.490. É uma ampla gama de configurações e preços. Mas qual é a melhor do ponto de vista do custo-benefício?
Isso eu conto para você nas próximas linhas. E explico as razões que fazem dessa versão a melhor para quem gosta sempre de comprar um carro que ofereça mais por menos.

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Porque a Comfortline é a melhor versão do T-Cross?

Com preço de tabela de R$ 181.990, o T-Cross Comfortline é cerca de R$ 20 mil mais caro que o 200 TSI, com o qual compartilha o motor 1.0 turbo flex de 128 cv de potência e o câmbio automático de seis marchas.
Apesar de ter o mesmo motor das versões mais acessíveis da linha, o T-Cross Comfortline compensa esse preço inicial mais alto pela lista de equipamentos bem mais completa e pelo visual externo, que é praticamente o mesmo da versão seguinte, a Highline. Inclusive, ambas saem de fábrica com as mesmas rodas de 17 polegadas.

Equipamentos de topo de linha

Não é só no visual que o T-Cross Comfortline chega perto do Highline. Ambos também têm uma lista de equipamentos bem parecida.
Entre os itens da configuração seguinte que o Comfortline tem estão o painel digital de 10,25 polegadas, o painel e laterais de porta com aplique em tecido, iluminação ambiente em LED na cabine, o ar-condicionado automático, a chave presencial, o seletor de modos de condução, os faróis de LED com acionamento automático e a multimídia VW Play Connect.
Já entre os equipamentos de série ausentes estão os - dispensáveis - LED decorativo na grade frontal, os bancos com revestimento parcial em tecido, as pedaleiras de alumínio e os - não tão dispensáveis - sensor de chuva e retrovisor interno eletrocrômico.
Apesar dessas ausências na relação de itens de série, com exceção do LED da grade, todos os outros itens podem ser adquiridos como opcionais.

O motor menor faz diferença?

Olhando apenas para a ficha técnica, o motor 1.4 turbo flex de 150 cv de potência (250 TSI) - que equipa os T-Cross Highline e Extreme - dá um banho no 1.0 turbo (200 TSI) empregado no restante da linha.
O propulsor mais forte faz o SUV acelerar de zero a 100 km/h em 8,6 segundos, ante os 10 segundos do Comfortline. No uso real, porém, a diferença é pequena.
No T-Cross Comfortline, sobra menos motor que nos carros equipados com o propulsor 200 TSI. Mesmo assim, ainda dá para dizer que o SUV menos potente anda bem. Principalmente, levando em consideração a proposta familiar e nada esportiva do modelo.
E o carro equipado com o motor 200 TSI ainda consome um pouco menos de combustível que o equipado com o 250 TSI: com gasolina, faz médias de 12,4 km/l (cidade) e 14,8 km/l (estrada).

Preço - ainda - competitivo

E aí você me pergunta: será que não valeria mesmo a pena levar os T-Cross mais caros no lugar do Comfortline? Bom, só se você realmente fizer questão - mesmo - de levar o SUV compacto da Volkswagen com o motor 1.4 turbo.
É que as versões Highline (R$ 196.290) e Extreme (R$ 203.490) brigam exatamente na mesma faixa de preço de modelos maiores, numa lista que inclui desde o Renault Boreal - que sai por R$ 199.990 na versão intermediária Techno -, o híbrido plug-in BYD Song Pro GS (R$ 199.990) e o elétrico Chevrolet Captiva EV (R$ 199.990).
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