O sistema utiliza espectroscopia e inteligência artificial para analisar a reflexão da luz nos tecidos sob a pele. Isso permite que o sensor seja integrado de forma fácil ao painel ou console, sem poluir o visual do interior — ponto crucial para não comprometer os interiores sofisticados dos carros atuais.
Essa tecnologia age de forma preventiva e discreta, antes mesmo de o motorista dar a partida. Quando a ponta do dedo é colocada no sensor, pulsos de luz invisíveis são emitidos e quaisquer moléculas de etanol presentes podem ser detectadas.
Saiba mais:
A precisão técnica do método já teve eficácia comprovada em estudos clínicos, na Alemanha. Em breve, uma versão comercial poderá ser oferecida aos fabricantes de veículos. Preço ainda por anunciar.
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