Não se trata de desistir dos elétricos e sim de repensar estratégias. Os subsídios elevados acabaram ou foram drasticamente reduzidos pelos governos do Hemisfério Norte e também do Sudeste Asiático, incluindo Japão, Coreia do Sul e até a China.
Os balanços financeiros dão razão a Eisenstein. São prejuízos recuperáveis adiante, contudo fica difícil indicar quando e como. Em ordem alfabética, esta é a lista compilada pelo jornalista: Acura, Chevrolet, Dodge, Ford, Genesis, Honda, Hyundai, Infiniti, Kia, Lamborghini, Land Rover, Maserati, Nissan, Polestar, Porsche, Ram, Tesla e Volkswagen.
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A Honda, este mês, foi a última a anunciar seu primeiro prejuízo contábil em 70 anos atribuído aos gastos com desenvolvimento e às baixas vendas. Seu foco agora concentra-se em híbridos, e abandonou a meta de só vender elétricos até 2040.
Hoje, o problema principal concentra-se na rede de recarga em estradas, além do tempo que exige. O alcance também é menor durante viagens por dificultar a regeneração obtida em frenagens. Em poucas palavras, volto a resumir o cenário atual: rumo certo, ritmo incerto.
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