O levantamento ouviu 250 líderes de RH e TI. Para 72% deles, a falta de conhecimento técnico é o principal entrave, seguido pela experiência insuficiente (54%). O resultado prático é a marcha lenta nas contratações. Quanto à competência técnica, as posições mais difíceis de suprir são as de especialistas em IA (35%) e de engenheiros de software (31%).
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Em curto prazo, a IA é vista por 46% das empresas como grande vetor de transformação. "O desafio é duplo: investir em tecnologia e desenvolver talentos na mesma proporção", pontua Djalma Brighenti, diretor de TI da Ford América do Sul.
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