O Tera estreará nas lojas da África do Sul no início de 2027 com algumas diferenças em relação ao automóvel produzido em Taubaté (SP). A primeira delas - e a mais óbvia - é a direção no lado direito, já que o país africano segue o padrão viário britânico. Outra é o nome: sai Tera e entra Tengo.
O novo nome - que segundo a fabricante significa força e resiliência em algumas línguas africanas - foi escolhido numa votação pública, numa lista que incluía também as opções Tavi, Tiva e Tion. Todas apropriadamente com "T", como manda a cartilha de batismo dos SUVs da Volkswagen (ok, o Nivus não conta...).
Além dessas alterações que eu citei, o Tengo terá também algumas diferenças estéticas e também na mecânica na comparação com o "nosso" Tera. Além do 1.0 turbo - que equipa o SUV brasileiro em suas versões mais caras -, o carro sul-africano terá também como opção o motor 1.6 16V MSI de quatro cilindros.
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Essa não é a primeira vez que um produto da Volkswagen brasileira muda de nome ao cruzar o Oceano Atlântico. O Nivus virou Taigo quando começou a ser produzido pela Volkswagen em sua fábrica de Pamplona, na Espanha. Carro que também tem diferenças mecânicas e estéticas em relação ao nosso SUV.
Terceiro VW na linha
O Tengo será o terceiro produto feito pela Volkswagen em Kariega, unidade industrial onde o primeiro Fusca foi montado em 1951 e, desde então, já produziu mais de 4,8 milhões de veículos.Para a produção do novo SUV, foram investidos 4 bilhões de rands sul-africanos - cerca de R$ 1,2 bilhão em conversão direta - na adequação da unidade industrial.
A gama de produtos locais da Volkswagen inclui também o Polo de sexta geração - feito para os mercados local e europeu - e o Polo Vivo, modelo baseado no hatch europeu de quinta geração e que é o carro de entrada da marca alemã na África do Sul.
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