Jeep Avenger Longitude: 3 razões para comprar e 3 para passar
A versão intermediária do SUV compacto tem um custo-benefício melhor que o da topo de linha. Mas é o carro certo para você?
Quando o assunto são SUVs compactos como o Jeep Avenger, as versões intermediárias são as que brilham. Mais completas que as configurações de entrada e com preços mais convidativos que as topo de linha, são uma opção interessante para quem só fecha a compra de um carro novo depois de fazer muitos cálculos.

Com preço de tabela de R$ 137.990 – exatos R$ 10 mil a menos que a topo de linha Limited -, o Avenger Longitude tem uma boa lista de predicados para conquistar o comprador dos utilitários esportivos. Mas pode agradar mais uns que outros. Confira a seguir.
Avenger Longitude: 3 razões para comprar e 3 para passar
Razões para comprar
1. É bem equipado
Entre os itens que o Avenger Longitude perde em relação ao Limited estão as rodas de liga leve de 18 polegadas, o quadro de instrumentos de 10,25 polegadas, a iluminação decorativa da cabine, a câmera 360°, os sistema de centralização em faixa, os faróis de LED matriciais e o pacote de serviços conectados Jeep Adventure Intelligence.
Mesmo assim, a versão Longitude ainda tem uma boa relação de equipamentos, com ar-condicionado automático, controlador adaptativo de velocidade, chave presencial, seis airbags, carregador de indução, assistente de permanência em faixa e frenagem automática de emergência, sensor de chuva e faróis de LED convencionais com acendimento automático.

2. Desempenho
Para um Jeep, esse Avenger lembra muito o acerto dinâmico dos Peugeot. Com direção direta e suspensão bem equilibrada, o menor dos Jeep agrada bastante numa estradinha sinuosa.
Já o motor 1.0 turbo flex de 116 cv é menos esperto que na antiga calibração de 130 cv usada até há pouco tempo em modelos como o Fiat Pulse. Mas ainda entrega uma agilidade surpreendente e faz um belo casamento com o câmbio automático CVT com sete marchas simuladas.
3. É “híbrido”
Toda a linha Avenger é equipada com o conjunto motriz 1.0 turbo com o sistema híbrido-leve de 12 Volts.
E esse nível inicial de eletrificação permite que o dono de um Avenger escape do rodízio de veículos na capital paulista. E ainda ganhe desconto ou até mesmo isenção do IPVA. Dependendo do estado em que você mora, óbvio.

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Razões para passar
1. É “híbrido”
O sistema híbrido-leve de 12 Volts pode até garantir desconto no IPVA. Mas não transforma o Avenger exatamente em um batedor de recordes de eficiência.
Embora os 12,7 km/l (cidade) e 13,5 km/l (estrada) com gasolina sejam uma boa marca, o concorrente direto Volkswagen Tera Comfort (R$ 134.790) – que tem motor 1.0 turbo de 128 cv – sem eletrificação – e câmbio automático de oito marchas é até mais econômico na estrada: 14,4 km/l rodando com gasolina.

2. Espaço interno
Costuma levar adultos com frequência no banco traseiro? Então talvez seja uma boa partir para um outro modelo. Assim como outros SUVs dessa faixa de preço, o espaço na cabine do Avenger é mais adequado para levar crianças no banco traseiro.
Uma opção mais espaçosa sem estourar muito o orçamento é o Caoa Chery Tiggo 5x Pro (R$ 139.990). O porta-malas é ligeiramente menor que o do Avenger (340 litros), mas o banco traseiro é mais amplo. O modelo tem ainda motor mais potente (143 cv) e uma lista ainda mais completa de equipamentos, com direito a ar-condicionado de duas zonas e teto panorâmico.
3. É menos Jeep que os Jeep
Não espere encontrar no Avenger a experiência de guiar os irmãos maiores Renegade e Compass, já que o caçula está mais próximo dos carros de passeio que dos SUVs.
Para quem procura posição de guiar mais elevada e a dinâmica de um Jeep – além de uma cabine ligeiramente mais ampla – uma alternativa é levar o Jeep Renegade Altitude (R$ 129.990). Um carro mais potente (176 cv) e com um ou outro item de conforto a mais (como o ar-condicionado de duas zonas). Mas sem eletrificação e nem um pacote ADAS completo.

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