BMW M3 E36 é a brutalidade alemã na medida certa

Colunista testa esportivo que fez sucesso nos anos 90

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Renato Bellote
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Os carros atuais trazem uma verdadeira sopa de letrinhas quando o assunto é segurança. Decifradas, as siglas dizem respeito a controle de tração, estabilidade e outros sistemas. Se levarmos em conta os mais esportivos adicione diferencial blocante ou diferencial ativo, só pra falar em duas coisas.

 

Mas há pouco tempo atrás não era bem assim. Duas décadas, para ser mais exato. Não que a segurança seja algo menos importante ou opcional, porém os controles eletrônicos acabam estimulando muita gente a abusar mais do que o normal.

 

Voltando ao nosso tema, o BMW M3 é um dos últimos esportivos clássicos, seguindo o conceito da pureza, sem controles eletrônicos e cuja perícia do motorista é exigida em cada curva. Por essa razão é difícil encontrar um deles que não tenha sofrido algum tipo de acidente.

 

São duas versões: a alemã e a americana, com a qual andamos nessa semana. A primeira trazia alguns diferenciais, como corpos de borboletas independentes e 286 cv. No caso da americana são seis cilindros em linha, 3 litros e 230 cv. Nada mal.


Impressões ao volante


O que mais me atrai nessa geração é o fato de ser algo espartano. Basicamente a velha fórmula de diversão alemã, trazendo um conjunto balanceado, resistente como um tanque e capaz de arrancar sorrisos a cada saída de semáforo, além de implorar por punta-taccos – perfeitos, nesse caso – em uma estrada cheia de curvas.

 

Não posso negar que esse é um dos meus carros prediletos. A ergonomia perfeita somada ao ronco do escapamento todo em inox (exclusivo do exemplar testado) é um convite a pisar fundo. E nada melhor do que o ronco de um motor BMW seis cilindros ecoando pela rua. 


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