Cinco carros globais com mudanças nacionais

Diferentes modelos passaram por adaptações no Brasil para atender melhor ao gosto dos clientes locais

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Renan Rodrigues
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Os fabricantes nacionais adoram se gabar quando trazem um projeto global para o Brasil. Obviamente, esse tipo de carro, em geral, costuma ser mais moderno do que aqueles criados para atender apenas determinadas regiões.

Ainda assim, as marcas costumam fazer adaptações para atender ao gosto do público local. Separamos alguns exemplos de carros globais que receberam um belo toque brasileiro. Confira.

Toyota Corolla Híbrido Flex

Toyota Corolla Hybrid Flex
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Legenda: Toyota Corolla: sedã foi o primeiro híbrido flex do mundo
Crédito: Divulgação

O Corolla está em sua décima geração e abraçou de vez a eletrificação. A propósito, o sedã médio é o grande responsável pelo aumento da venda de híbridos no Brasil. Porém, para que isso fosse possível, além de ostentar o nome já tradicional, o sedã precisou ser o primeiro flex do mundo a atuar junto com um motor elétrico.

BMW Série 3 Turboflex

Bmw Serie 3 Turboflex
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Legenda: BMW aliou a tecnologia flexível ao motor turbo
Crédito: Divulgação

Ainda na onda de carros flex, o Série 3 se adaptou a isso em 2013, o que o credenciou como primeiro carro dotado de turbo a poder escolher entre gasolina e etanol. O modelo também abriu as portas para a produção nacional da empresa alemã em Araquari, Santa Catarina.

Volkswagen up! e T-Cross

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Legenda: Volkswagen up! esticou 6,5 cm e ganhou mais espaço no Brasil
Crédito: Divulgação

Além do motor 1.0 TSI (com calibrações diferentes), o que o subcompacto e o SUV da marca alemã têm em comum? Ambos são projetos globais e ambos ficaram maiores para atender ao gosto do brasileiro - são 6,5 cm a mais no pequenino hatch, e 8,5 cm adicionais no utilitário. Inclusive, o up! também foi responsável pela estreia do motor turbinado, que depois foi exportado para a Alemanha.

Fiat Tempra

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Legenda: Fiat Tempra seguiu a tendência local pelas duas portas
Crédito: Reprodução

Os anos 1980 e 1990 podem causar certa confusão na cabeça dos mais jovens. Sedãs eram vendidos com duas portas e alguns hatches, com quatro. Nesse sentido, o Fiat Tempra precisou se adaptar e perder as entradas de passageiros para o banco de trás. Além dele, modelos como Volkswagen Santana e Chevrolet Monza também se adaptaram ao brasileiro.

Renault Sandero

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Legenda: O esportivo Sandero R.S é cultuado até fora do Brasil
Crédito: Divulgação

Sim, o Sandero é um carro global (ou quase) e idealizado no Brasil em cima do Logan. Mesmo assim, além de ser vendido sob a marca da Renault no lugar da Dacia - empresa romena subsidiária da francesa -, o modelo nacional ganhou algo que muitos europeus sonham até hoje: motor 2.0 e preparação da Renault Sport. O Sandero R.S. nasceu em 2015.

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