Dodge Dakota R/T marcou a volta dos V8 às nossas ruas

Aceleramos um exemplar raríssimo da versão R/T da picape da Dodge produzida no Brasil

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Renato Bellote
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A Dodge tem uma história importante no Brasil. Ela começou nos anos 60 e chegou ao auge na década seguinte com modelos imortais como Dart e Charger R/T, sem se esquecer do Polara e Le Baron. Naquela época eles eram os mais potentes e desejados automóveis do país.

Como sabemos, no início dos anos 80, a Volkswagen assumiu o controle acionário da empresa e encerrou definitivamente suas atividades, deixando órfãos os fãs da marca. Além dos carros vale lembrar também do caminhão e da picape D100.

Quase vinte anos mais tarde o logotipo do carneiro que representa a força da Dodge voltou ao país, com sede na cidade paranaense de Campo Largo.  Dessa vez a produção seria exclusivamente da Dakota, no momento em que as picapes médias chegavam ao nosso mercado.

O ano de 1998 marcou o retorno e o lançamento das versões com 2,5 litros (quatro cilindros) e também a V6. Dois anos mais tarde a R/T chegaria às lojas, trazendo o mítico motor V8 de 5,2 litros e 232 cv.     

Impressões ao volante

A Dakota foi vendida por aqui em três configurações de cabine: simples, dupla (mais rara) e estendida, a minha versão preferida. O exemplar da matéria está impecável, dos pneus de uso misto ao protetor de caçamba, sem riscos.

A dirigibilidade é típica das picapes norte-americanas, com torque abundante e o ronco do V8 invadindo a rua (nesse caso, com abafadores flowmaster). Em breve trarei mais matérias com esses utilitários feitos pro serviço bruto, incluindo aí a superpicape Dodge Ram SRT 10. Fiquem ligados! 

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