Garagem do Bellote: Aceleramos a primeira geração

Geração 996 lançada em 1998 marcou a revolução da água em Sttutgart

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Renato Bellote
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O ano de 1998 foi especial para a Porsche. Após três décadas utilizando os motores refrigerados a ar a marca teve a ousadia de modernizar seu modelo mais tradicional. O 911, lançado em 1963, sempre foi o símbolo máximo de esportividade e maior expoente da empresa.

Os puristas logo torceram o nariz para a novidade e muitos radicais acreditavam que a saga do icônico 911 tivesse terminado. A geração 996 foi criticada por se parecer com o Boxer, na época um modelo criticado, com o qual dividia, inclusive, a suspensão dianteira.

Mas o 996 deve ser analisado muito além da aparência. Mais do que modificar o motor a Porsche investiu pesado para modernizar o projeto e visualizou o futuro de forma tão brilhante que, passados 18 anos, o 911 continua sendo um dos mais desejados e – talvez – o melhor carro esportivo da atualidade.

Desse modo essa geração deve ser vista de forma mais universal. Foram feitas mudanças importantes no chassi, equilíbrio dinâmico e o interior passou a ter uma ergonomia mais esportiva, além da configuração do painel.       

Impressões ao volante

Falar em 911 é sempre falar em diversão. Nesse caso não é diferente, visto que temos um motor boxer de seis cilindros, 3,4 litros e 296 cv. A transmissão manual de seis velocidades tem engates precisos e curtos e embreagem pesada, porém perfeita para punta-taccos bem colocados.

O acerto dinâmico é igualmente elogiável e a conversa da suspensão com o asfalto não poderia ser melhor. Por essas e outras razões o 911 da geração 996 é uma boa compra. Os puristas que me desculpem, mas evoluir é preciso.   

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