Para dirigir bem em 2012

10, 9, 8... 5 dicas para dirigir feliz antes do fim do mundo

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Adriana Bernardino
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Se Nostradamus, maias, egípcios, celtas, hindus, certas tribos indígenas, espiritualistas, cientistas e religiosas estiverem certas, 2012 promete não deixar pedra sobre pedra. Verdade ou fantasia, todo o tempo que temos ou nos sobra mereceria ser vivido com mais qualidade e sabedoria.

Lia Diskin, coordenadora do Comitê Paulista da Década da Cultura de Paz programa da Unesco, aponta cinco caminhos para chegar lá. Nascida na Argentina, Lia é cofundadora da Associação Palas Athena, centro de estudos filosóficos sem fins lucrativos, foi aluna do Dalai Lama, participa do Fundo Mundial para a Natureza World Wildlife Fund e venceu o Prêmio Internacional Jamnalai Bajaj Foundation difusão dos valores de Gandhi.
Aproveite:

1 – Desobrigue-se de ser feliz

O pior que podemos fazer é criar um modelo de vida em que a felicidade seja a única variável. Esse é o caminho mais seguro para viver frustrações cada vez mais agudas, talvez frustrações crônicas. Vida é complexidade. Não pertence ao contexto do humano, da natureza, do universo que tenhamos sempre dias ensolarados, com temperaturas amenas e ventos razoáveis.


2 – Limites – no trânsito ou na vida – podem ser rotas de liberdade

Tudo que existe no mundo existe simplesmente porque tem seus limites. São esses limites que permitem que cada coisa seja a particularidade e especificidade que ela representa na órbita, na multiplicidade do universo na qual nos deparamos todos os dias. É justamente a restrição que nos proporciona a liberdade. Por exemplo, é nesse corpo que vivemos, e que termina limitando o próprio corpo, que aquilo que somos pode se expressar. Descubra que liberdade seus limites lhe proporcionam.

3 – Leve um olhar desintoxicado para a direção

Quais programas temos visto e escutado nas mídias? Quais imagens permitimos que nossas crianças vejam? Boa parte delas tem algum tipo de violência. O problema é que não temos bolsos onde enfiar determinadas questões, não temos como separá-las das outras. Somos uma unidade integral. Obviamente que os conteúdos – bons ou ruins – vão ser manifestos e expressos. O trânsito reflete literalmente aquilo que fazemos em nosso cotidiano e em todos os espaços de nossa vida. Faça boas escolhas.

4 – Prefira a criatividade à reação

No trânsito, muitas das reações são primárias. Uma pessoa buzina ou fala um palavrão, a outra responde no mesmo tom. Quando falamos em reação, nos referimos à capacidade automática em que todas as coisas ficam no mesmo nível. Quando pensamos em criatividade, falamos de algo que ainda não está no cenário, nem como estímulo nem como resposta. É a capacidade de subir um patamar, subir uma oitava, e colocar no cenário do possível algo que era inverossímil, invisível, não fazia parte do conhecido. Como podemos investir no tempo em que estamos indo de um trajeto a outro de forma que ele seja mais ameno e criativo?

5 – Não é o ano novo que proporciona

Esperamos que o ano novo nos proporcione mais paz, amor, felicidade, saúde. Isso é um equívoco. Nessa equação, deveríamos colocar: espero no próximo ano ter mais diligência, disciplina, energia, clareza de propósito para realizar meus objetivos. Seria mais justo, não seria?

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