Veneno: Puma GTS com motor 1.9

Garagem do Bellote traz todos os detalhes sobre o Puma GTS com motor 1.9

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Renato Bellote
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Já falei aqui na coluna sobre a Puma Veículos. Particularmente, é uma de minhas marcas prediletas. Uma das razões é o fato de ser totalmente nacional. Inclusive, seus carros sempre saíram de fábrica com um vistoso adesivo onde se lê “Made in Brazil”.

O GTS chegou às lojas em 1973. Era uma opção a mais do GTE e com a possibilidade de ouvir o ronco do motor boxer ecoando pelas curvas a céu aberto. Naquele tempo dava pra fazer isso tranquilamente e usá-lo no dia-a-dia sem maiores preocupações.

O exemplar da matéria é de 1975. Na época ele recebeu o apelido de “bunda caída” e olhando para o desenho da traseira não é difícil entender a razão. Naquele tempo usava o chassi do Karmann-Ghia, o que enaltecia seu perfil esportivo com entre-eixos curto.

Mas tem mais coisa sob o capô de fibra. O motor recebeu um aumento de cilindrada para 1,9 litro, além de carburadores Weber, comando de válvulas Iskenderian e radiador de óleo, entre outras coisas, como os freios a disco nas quatro rodas. 

IMPRESSÕES AO VOLANTE

Há um bom tempo 120 cv é uma potência quase banal. Mas pense em algo bem leve – por volta de 650 kg – e terá muita diversão pela frente. O ronco do boxer refrigerado a ar enche os ouvidos a cada pisada e pede uma tocada esportiva.

Vale lembrar que a Puma oferecia algo único em termos de equipamentos e opcionais. O comprador podia envenenar seu felino da forma que quisesse – e o bolso permitisse – com motores de até 2,1 litros. Levantem o som e curtam o dia ensolarado.

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