Você sabia que o BYD Song Pro é o híbrido da marca chinesa mais vendido do Brasil? Em 2025, foram emplacadas no mercado brasileiro mais de 22.500 unidades do SUV médio plug-in. Volume suficiente para colocar o modelo entre os utilitários esportivos mais populares por aqui.
E como um dos SUVs mais emplacados por aqui, é lógico que tem muita gente com dúvidas sobre esse modelo. Por isso mesmo, reunimos a seguir as respostas para as 10 perguntas mais frequentes sobre o BYD Song Pro na internet. E, quem sabe, a resposta para a sua dúvida está nas próximas linhas!
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Sim. O Song Pro é um dos modelos oferecidos pela BYD com condições especiais para o público PCD. A versão GL, por exemplo que tem preço de tabela de R$ 189.990, está disponível para PCD por R$ 147.990 graças à isenção de IPI e ICMS.
O BYD Song Pro é vendido no Brasil nas versões GL (R$ 189.990) e GS (R$ 199.990), que apesar do visual semelhante têm diferenças em motorização e conteúdo.
A versão GL tem um conjunto motriz de 223 cv de potência combinada e uma bateria de 12,9 kWh. Acelera de zero a 100 km/h em 8,3 segundos e roda até 39 quilômetros no modo 100% elétrico.
Já a versão GS desenvolve 235 cv de potência combinada e tem uma bateria motriz de 18,3 kWh. Acelera de zero a 100 km/h em 7,9 segundos e roda até 62 quilômetros no modo 100% elétrico.
Outra diferença está na lista de equipamentos. A versão GS tem o pacote ADAS - com frenagem automática, controlador adaptativo de velocidade, monitor de pontos cegos e assistente de manutenção em faixa -, carregador por indução e banco do motorista com ajustes elétricos.
Apesar de ambos serem SUVs eletrificados, as semelhanças entre o BYD Song Pro e o Toyota Corolla Cross acabam por aí.
O BYD Song Pro é quase R$ 20 mil mais barato que o Corolla Cross Hybrid mesmo na versão topo de linha GS. Tem um conjunto motriz do tipo híbrido plug-in, que permite rodar longas distâncias no modo 100% elétrico. E com quase 30 cm adicionais no comprimento, oferece mais espaço para pessoas e bagagens.
Já o Corolla Cross Hybrid é um híbrido autocarregável, que não depende de tomadas para recarregar a bateria motriz. Mas roda muito menos no modo elétrico e tem uma potência combinada bem menor. Por outro lado, o propulsor a combustão aceita gasolina e etanol.
Os testes do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV), do Inmetro, são feitos usando regras padronizadas e sob condições controladas. O que explica o fato de os números oficiais serem - frequentemente - menos otimistas que aqueles obtidos nos testes de uso real.
No PBEV, a autonomia dos elétricos e híbridos plug-in é exibida de duas maneiras: em "km/l e", que converte para km/l o gasto energético do veículo rodando apenas no modo 100% elétrico, e em km/l, medida usando apenas o motor a combustão. Confira a seguir os números oficiais da versão GS:
Consumo no modo elétrico
Consumo do motor a combustão
A BYD se prepara para lançar em breve uma variação flex do Song Pro, que já existe e roda em testes aqui no Brasil.
A expectativa é de que o SUV híbrido plug-in flex seja lançado no mercado brasileiro até o fim de 2026, que é quando a BYD pretende iniciar a produção completa do veículo por aqui. Atualmente, é feita apenas a montagem em kits SKD - o veículo vem semidesmontado da China - na fábrica de Camaçari (BA).
Uma vantagem dos carros híbridos plug-in é que o propulsor elétrico, além de contribuir para a redução no consumo de combustível, também permite rodar por muitos quilômetros no modo 100% elétrico.
O resultado direto disso é a possibilidade de ter um alcance combinado que supera o dos modelos 100% a combustão. No caso do BYD Song Pro, é possível ultrapassar os 1.000 quilômetros sem parar para abastecer.
A bateria motriz do BYD Song Pro até pode ser carregada usando o motor a combustão. Mas a maneira mais rápida e eficiente é usando um carregador do tipo Wallbox - que exige cerca de 3h plugado para a recarga completa.
A grande novidade da linha 2026 do BYD Song Pro foi a incorporação do pacote ADAS na versão topo de linha GS.
Além do alerta de frenagem automática de emergência, esse pacote inclui também o controlador adaptativo de velocidade, monitor de pontos cegos, sistema de reconhecimento de placas, alertas de tráfego cruzado e de risco de colisão traseira e o assistente de manutenção e centralização em faixas.
Apesar do porte parecido e do conjunto motriz semelhante na versão GS, o Song Plus se diferencia do SUV mais barato por vários aspectos. Inclusive no visual.
O Song Plus tem uma lista de equipamentos ainda mais completa, que inclui o teto solar panorâmico, quadro de instrumentos e multimídia com telas maiores, head-up display e sistema de som premium com 10 alto-falantes.
Mudanças que justificam o preço mais elevado, já que o Song Plus sai por R$ 249.990.
O plano de revisões do BYD Song Pro prevê paradas a cada 12.000 quilômetros ou 12 meses. Para manter o SUV até os 60.000 quilômetros, o proprietário terá que desembolsar R$ 7.054.
Esse custo está entre os mais baixos para um SUV na faixa de preço até os R$ 250 mil. A garantia do carro é de seis anos sem limite de quilometragem. E a garantia da bateria motriz é de oito anos.
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