Carro rodou 23. 636 km sem trocar o óleo

Classe A chega aos 100.000 km em perfeito estado
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Redação WM1
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- Já existe um Classe A com 100.000 km rodados. O primeiro veículo da linha a atingir essa quilometragem é um modelo A 160 Classic, que foi vendido na cidade de Santos SP, em outubro de 99. Seu proprietário, o motorista João Carlos Marcolino, levou nove meses para chegar aos 100.000 km fazendo, em média, 500 km/dia, transportando executivos de uma empresa de Cubatão SP.

Marcolino está satisfeito com o carro que, segundo ele atesta, é “muito seguro, confortável e principalmente econômico”. Nesses 100.000 km, Marcolino fez apenas as revisões indicadas, trocando só o óleo e as pastilhas de freio, quando necessário. Os pneus de trás ainda são os originais que vieram com o carro. Os da frente foram trocados aos 90.000 mil. E o consumo de combustível é baixo: “14 km/litro, em média, afirma o proprietário. As vantagens, porém, não param por aí.

Desde o dia 5 de outubro de 1999, quando foi feita a revisão de entrega do A 160 até o 20 de junho de 2000, o veículo voltou à concessionária Divena de Santos para as cinco revisões. A primeira, aos 15.000 km, conforme estabelecido pela Mercedes-Benz. As demais se succaptionam de acordo com as ordens do Assyst, o sistema que avisa o momento certo das revisões.

O Assyst monitora todas as funções do motor e avalia a necessidade da manutenção. Se o motorista é cuidadoso, aquece o motor todas as manhãs, acelera o carro gradativamente e não estica as marchas demais, os intervalos de manutenção se tornam duradouros. E, nesse ponto, Marcolino está de parabéns. A segunda revisão só foi feita aos 34.918 km. Ou seja: 19.918 km depois e a terceira, aos 50.200 km, 15.282 km depois.

Na quarta revisão, o motorista bateu o seu recorde: conseguiu rodar 23.636 km com o mesmo óleo, sendo convocado para a troca pelo Assyst somente aos 73.836 km. Na quinta, a performance foi igualmente ótima. A troca foi feita aos 96.008 km, 22.172 km depois.

“Sou cuidadoso”, diz o motorista, enquanto passa o dedo em uma pequena marca na porta traseira esquerda. “Bateram no estacionamento”, justifica. Mas nem precisa explicar. O carro realmente está novo, com nove meses de uso intenso, ainda tem cheiro de carro novo.

A rotina de Marcolino começa cedo. As oito horas já está na empresa à espera dos passageiros. A primeira viagem pode ser até um endereço em Santos mesmo, até o Aeroporto de Guarulhos SP ou para outro Estado. Ele passa mais tempo ao volante do que em casa. A viagem mais longa que já fez foi até Belo Horizonte, com uma parada no Rio de Janeiro. Foram 950 km de estradas e ruas. Ele levou dois empregados da empresa para visitarem uma fábrica na capital mineira.

Nessas idas e vindas, Marcolino se tornou íntimo do carro. Além do baixo consumo de combustível, que sempre elogia, ele ressalta a dirigibilidade e a segurança que o A 160 oferece. Ele lembra do dia em que levou uma fechada de um caminhão, na Serra do Mar e da vez em que uma imensa poça de água quase faz o carro aquaplanar em plena Via Dutra, no Estado do Rio de Jameiro. Nessas duas situações, o A 160 manteve-se o tempo todo sob controle. Um defeito? “Tô procurando e não consigo achar”, diz Marcolino.

O motorista conta que antes do Classe A, ele dirigia uma van. Foi sua mulher, Josefa, que o incentivou a comprar o A 160, uma vez que a empresa necessitava de veículos menores para o transporte de seus executivos. “Para esse pessoal é melhor chegar de Mercedes”, argumentou a esposa. Deu certo. “Depois que comprei o A 160, a minha clientela aumentou”, diz Marcolino que agora é o motorista mais disputado pelos funcionários da empresa que ele atende.


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