Combustível: conheça 16 maneiras de economizar

Acompanhe as principais dicas para realizar uma condução eficiente, sem perder energia, evitando jogar mais emissões ao ambiente
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Rodrigo Samy
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- Carros com motores cada vez mais compactos e ao mesmo tempo mais potentes estão no foco das montadoras. O objetivo destes desenvolvimentos é gerar uma relação custo/benefício mais vantajosa ao consumidor, se vangloriar do título de fabricar o carro mais econômico e também, porque não, cuidar do ambiente. Só que estes avanços não adiantam nada se a condução do carro não levar a redução do consumo em conta. Com isso em vista, o WebMotors separou 16 dicas para você “moderar a dieta” do seu automóvel.


1 – Não aqueça o motor com o veículo parado. Isso só era necessário na época do carburador, em que os carros precisavam ser aquecidos para não engasgar na esquina. Hoje, a injeção eletrônica toma conta para que isso não aconteça. Quando você deixa o carro “esquentando” parado, o motor demora mais para chega à temperatura ideal. Logo, a emissão de poluentes e o consumo de combustível são maiores. O melhor é partir levemente, evitando regimes de rotação elevados.

2 – Evite acelerações quando o carro estiver parado. Aquela história de dar uma cutucada no acelerador antes de virar a chave é coisa para lá de velha. Isso é uma prática inventada por motoristas que amam ouvir o último ronco do propulsor. Hábito fora de moda... Só ajuda a aumentar o consumo, sem benefícios para o motor.

3 – Não tenha preguiça de trocar a marcha. Aquelas tiazinhas que andam em segunda marcha durante 50 km, assim como aqueles meninões que esticam o motor até o talo, estão errados. A troca da velocidade influencia muito no consumo. Andar em quinta marcha em uma subida muito íngreme aumenta a emissão de poluentes, desgasta mais o motor e fere a média de consumo. O ideal é efetuar as trocas no tempo certo. Se houver dúvidas, cada automóvel faz a indicação da mudança correta de acordo com a velocidade no manual do proprietário.

4 – Se não precisar, não corra. O consumo do combustível aumenta proporcionalmente em relação à velocidade que o veículo desenvolve. Em uma retomada de 90 km/h a 120 km/h o incremento de consumo é de aproximadamente 30%.

5 – Direção defensiva. Quando a roda que traz discos de freio fica muito suja de “pó preto” é sinal que o moleque pisa que nem um doido no freio, tenha ele que idade tiver. A sujeira na roda demonstra que a pastilha de freio sofre na mão do “piloto” que gosta de arrancar e frear exageradamente. Mantenha uma velocidade uniforme e uma distância de cerca de 2 m do veículo da frente.

6 – Não tenha medo das ladeiras. Tem gente que, quando vê uma subida, até freia antes, de tanto medo. O correto é acelerar antes, para que o carro não perca o ritmo no meio do caminho. Ter de pisar fundo durante a subida para o embalo não acabar é mortal para o tanque.

7 – Não tenha medo das descidas. Aquela história de ponto-morto na descida, a popular “banguela”, já virou lenda urbana. Por favor, isso era coisa da época do carburador... Com o sistema de injeção eletrônica, a forma ideal é manter o automóvel engrenado. Nessa situação, sem carga no acelerador, não há injeção de combustível. No ponto-morto, a injeção continua a funcionar. Além de ser mais econômica, essa maneira é a mais segura.

8 – Não viaje com o vidro aberto. A resistência do ar é maior quando as janelas do automóvel estão abertas. Isso faz com que o carro exerça uma força maior para se deslocar. O ideal é deixar uma fresta aberta ou utilizar os recursos de ventilação do modelo.

9 – A corrente elétrica também gasta mais petróleo. Utilize os dispositivos somente pelo tempo necessário. A exigência dos componentes pede maior consumo de combustível para recarregar a bateria.

10 – Escapamento original: Andar com o carro fazendo ronco excessivo pode gerar multa e secar o tanque. O sistema de emissão original foi projetado para trabalhar com os silenciosos e catalisador. Por isso, economizar na hora da troca dos componentes ou optar por uma peça não-original pode ser um grande prejuízo em longo prazo.

11 – Evite trajetos muito curtos. Ligar o carro com o motor frio, rodar um pouco, e desligá-lo novamente acarreta um consumo 30% maior. Isso acontece toda vez que o motor se esforça para atingir a temperatura ideal de funcionamento.

12 – Não rode com excesso de carga. Todo automóvel indica a sua capacidade máxima de carga. Qualquer volume desnecessário pode fazer com que o automóvel beba mais. Tem pessoas que fazem do porta-malas uma extensão do guarda-roupa. Cerca de 50 kg já fazem a diferença na bomba.

13 – Ar-condicionado só quando necessário. O sistema de refrigeração exerce forte influência no consumo do automóvel. A energia adicional exigida por ele pode aumentar o gasto em até 20% nos trechos urbanos. Uma dica é usar o sistema de renovação do ar.

14 – Acessórios que podem custar caro. Evite todos os apetrechos, pois eles pesam mais e interferem na maioria das vezes negativamente na aerodinâmica. Se não for utilizar o bagageiro, deixe-o em casa. O seu consumo vai melhorar.

15 – Pressão dos pneus. A maioria dos carros informa a calibragem correta na lataria. Se os pneus estiverem murchos, o consumo acaba se elevando. Isso ocorre porque a resistência ao rolamento é maior. Evite também usar pneus de talas mais largas. Mantenha sempre o formato original sugerido pelas montadoras. Quanto maior eles forem, maior a força que o automóvel precisará para efetuar o deslocamento. Veja matéria sobre pneus ecológicos.

16 – Tanque vazio não pára em pé: Ao acender a luz de reserva, procure imediatamente um posto de abastecimento. Um baixo nível de combustível poderia causar uma alimentação irregular do motor e, como conseqüência, possível danos ao conversor catalítico.

Manutenção Preventiva - Se o seu carro estiver com consumo mais alto do que o normal, cheque o estado da injeção eletrônica, das velas e cabos e, principalmente, troque dentro do prazo o filtros de ar e de combustível. O WebMotors tem o programa Agenda do Carro. Ele é um serviço totalmente gratuito de manutenção preventiva que disponibiliza alertas periódicos de manutenção, financiamento, seguro e impostos do veículo.

A Agenda do Carro incentiva a economia, uma vez que evita a manutenção corretiva e garante a segurança e a preservação do planeta. Mantendo um veículo em perfeitas condições, você reduz a emissão de poluentes e, dessa forma, colabora para desacelerar o aquecimento global.

Faça você também a sua parte, cadastrando-se na Agenda do Carro!

Como calcular o consumo do seu carro:

Em um determinado dia da semana, procure um posto de abastecimento que não venda gasolina muito barata ou que você freqüente normalmente. Encha o tanque até o disparo automático da bomba. Zere o hodômetro e rode com o automóvel em condições normais. Se você quiser, volte ao posto depois de alguns dias e complete o tanque novamente. A quantidade de km rodados deve ser dividida pela quantidade de litros. Por exemplo: 100 km rodados com 10 litros de gasolina. Isso é igual a 10 km/l!

Se você pedir para o frentista colocar aquele chorinho, pense novamente e não faça mais isso. O abastecimento além da trava automática pode fazer com que o excesso acabe transbordando pela válvula ou pela própria tampa do bocal. Isso pode danificar o cânister e causar entupimentos que farão o carro morrer, além de representarem um prejuízo razoável. Se a bomba indica que o tanque está cheio, acredite nela.

Para calcular a média em carros com tecnologia flexível em combustível, use um tanque por vez com cada combustível, fazendo o mesmo processo descrito acima, para determinar qual é economicamente mais vantajoso. A regra de que o álcool só compensa se custar até 70% do valor do litro da gasolina nem sempre é válida. Isso porque alguns carros rodam melhor com álcool do que com gasolina. Assim, o melhor cálculo é o que é feito caso a caso.

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