Como economizar no seguro do automóvel?

Veja como eliminar supérfluos e adequar a apólice ao seu perfil para economizar no seguro do carro

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Fernando Miragaya
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Contratar seguro depois de comprar o automóvel é tão importante quanto por combustível no tanque e fazer a manutenção regular do veículo. Mas assim como os demais serviços, é possível economizar na hora de fechar a apólice sem ficar desprotegido caso algum imprevisto ocorra.

Serviços supérfluos, coberturas adequadas ao seu perfil e outros detalhes podem fazer o valor do seguro cair quase pela metade. WM1 selecionou itens comuns aos contratos das seguradoras de veículos onde você pode - e deve - salvar uns bons trocados.

Serviços adicionais

Se você é um faz-tudo, que tem caixa de ferramentas, disposição e se acha um eletricista incompreendido, não faz sentido pagar por serviços residenciais que muitas companhias oferecem juntamente com a cobertura veicular.

Além disso, cheque se seu cartão de crédito - ou algum seguro de vida ou de residência que você já tenha - não inclui tais benefícios. A economia pode chegar a 5%.

Raio do reboque e mecânico 24 horas

Outro que vale checar se o cartão de crédito já oferece. Se não for o caso, pondere seus hábitos cotidianos. Quem trafega basicamente por capitais e regiões metropolitanas pode optar por uma cobertura de até 100 km para guincho e socorro mecânico 24 horas.

Raios de cobertura acima de 200 km são ideais para quem viaja muito. Lembre-se que a quilometragem é determinada do ponto onde o veículo está parado até a oficina.

Carro reserva

Para quem tem dois automóveis ou mais na garagem, não faz sentido pagar por carro reserva - que pode encarecer sua apólice em até 15%. Também é dispensável caso a pessoa não dependa do carro para trabalhar e tenha facilidade de acesso ao transporte público.

Mesmo para quem precisa do carro reserva, vale avaliar a redução no número de diárias. A opção 10 dias de veículo substituto, em vez de 20, pode representar abatimentos de quase 10% no seguro.

Estacionamento e garagem

Mesmo que o usuário não tenha garagem em casa ou no trabalho, vale por na ponta do lápis o custo mensal de estacionamento e comparar com o abatimento que ele terá na apólice.

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Legenda: Veículo que fica em estacionamento fechado paga menos seguro do que o que dorme na rua
Crédito: iStock

Carro que dorme na rua naturalmente está mais exposto e paga seguro mais caro por isso - dependendo da região, pode encarecer em até 40% o contrato. Para quem já tem garagem, outras características podem significar descontos, como portão automático, portaria 24 h, segurança privada na rua ou espaço de clausura na entrada do prédio.

Rastreador e bloqueador

Em algumas companhias, estes dispositivos de segurança podem implicar em descontos de até 15% nos preços das apólices. Tem seguradoras que até incluem rastreadores no plano.

Valor referência

As tabelas que existem no mercado são bons parâmetros, especialmente Fipe e Molicar. Elas servem de referência para as companhias pagarem o valor do carro ao segurado em caso de furto, roubo ou perda total.

Observe como é a desvalorização do seu veículo ao longo de dois anos. No caso de modelo 0 km, se for abaixo de 20%, você pode optar por 90% ou 95% da tabela Fipe, o que representa reduções de até 10% no custo da apólice.

Outros motoristas

Quanto mais condutores adicionais, mais seu carro estará suscetível devido aos diferentes perfis de condutores, o que significa seguro mais caro. Principalmente se o motorista tiver menos de 25 anos.

Franquia

O mercado de seguros costuma trabalhar com franquias bem flexíveis. A chamada majorada diminui bem o preço da apólice, mas o cliente terá que arcar com o prejuízo, seja qual for a intensidade da colisão.

O indicado para quem usa o veículo diariamente é contratar a franquia reduzida. Já a franquia normal é aconselhável para quem faz pouco uso do automóvel.

Seja sincero

A contratação do seguro demanda informações corretas por parte do contratante. Dar informações falsas ou omitir hábitos para ter um perfil de cliente mais barato pode fazer o contratante perder o direito à indenização. As seguradoras têm meios para conferir o tipo de uso do veículo.

Corretor

Nada melhor que o corretor para traçar o perfil do cliente e sugerir onde ele pode economizar, sem comprometer a cobertura. A dica é consultar mais de um profissional e barganhar por melhores preços.

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