General Motors anuncia saída da Lei de Falências e cria GMC

A empresa não descartou os lançamentos programados para o fim do ano nos EUA, nem a produção do Agile para a América Latina
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Rodrigo Samy
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- Um pouco mais de uma semana após a data comemorativa da independência dos Estados Unidos, a General Motors anuncia que sairá da proteção judicial da Lei de Falências, algo semelhante a nossa concordata. Quem informou sobre a nova vida da GM foi o executivo-chefe, Fritz Henderson. Ele também fez questão de salientar que a "nova GM" pagará todos os US$ 50 bilhões até 2015.

A nova companhia, batizada de General Motors Company GMC, reerguida com os US$ 50 bilhões que foram entregues pelos governos norte-americano e canadense para a compra dos ativos da antiga GM. Eles irão garantir o funcionamento da nova companhia, que será formada pelas marcas Chevrolet, Cadillac, GMC e Buick.

Agora, o governo norte-americano detém 60,8% da General Motors. O restante está distribuído entre o governo canadense 11,7%, o sindicato dos funcionários das fabricantes americanas – UAW 17,5% e 10% da antiga GM. Para reestruturar a empresa está nos planos o corte de 27 mil funcionários. Além disso, as concessionárias também serão atingidas por cortes. Das seis mil atuais para 3.600 até o final de 2010.

Em nota a GM informou que: Apesar da reviravolta, a GM se mantém na liderança de alguns segmentos, como, por exemplo, no do que o Chevrolet Camaro atua. Outros modelos que continuam com boa aceitação do mercado são os novos: Chevrolet Equinox, Cadillac SRX e Buick LaCrosse.
A GM também não descartou o lançamento para o fim deste ano dos modelos Cadillac CTS Sport Wagon e GMC Terrain. Já para 2010 estarão nas lojas os Chevrolet Volt e Cruze e o Cadillac CTS Coupe.

Para os mercados emergentes, como América Latina, estão programados o Agile, na planta de Rosário. Já para a Ásia estão em pauta o Chevrovet Cruze e o Buick Excelle. No caso da Europa, a grande novidade continuará sendo o Opel Astra.

E o Brasil?

As operações da GM no Brasil devem ser bem pouco afetadas pela concordata da matriz. Primeiro, porque a GM, por aqui, é Chevrolet, e a Chevrolet continuará ativa na banda boa da empresa. Segundo, porque as vendas da marca no Brasil dão lucro consistente, há bastante tempo. Terceiro, porque os bons resultados garantiram à filial brasileira uma autonomia razoável. É a GM brasileira que pode ajudar a dos EUA, e não o contrário. Deste modo, quem quer que queira comprar um Chevrolet por aqui pode ficar tranqüilo. Dá para contar com a marca por aqui. Nos EUA, a empresa promete o mesmo. Resta saber se conseguirá cumprir.

Colaborou Gustavo Henrique Ruffo


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