Guia de compra - Chevrolet Tigra é prático e econômico

Pequeno esportivo pode divertir, mas o preço das peças...
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Alexandre Ramos
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- Opção interessante de um esportivo pequeno, prático, econômico e relativamente barato – pelo menos na hora da compra – o Tigra passou a ser importado pela General Motors do Brasil a partir de 1998. Mas sua comercialização durou apenas até o ano seguinte, quando deixou de ser trazido, pois era caro para o segmento que se destinava. Existem basicamente duas versões desse modelo, que são diferenciadas não por nomenclatura, mas pelo país de origem – Alemanha ou Espanha.

A versão alemã trazia alguns itens a mais em relação à espanhola, como airbag duplo, sistema de freios ABS, válvula de recirculação de gases EGR e sistema secundário de injeção de ar, que ajuda a estabilizar a marcha-lenta quando o motor está frio. Mas a ausência desses equipamentos no Tigra espanhol não faz com que exista diferença de preço substancial entre eles. Na verdade o que conta mesmo é o estado do veículo.

Entre os anos de 1998 e 1999 foram importadas exatas 2.625 unidades desse modelo, que apresentavam praticamente as mesmas características das versões equivalentes que eram comercializadas na Europa. As diferenças ficavam por conta de detalhes como tamanho das rodas de aro 14 pol no Brasil e de aro 15 pol no exterior, os logotipos – afinal, na Europa ele era vendido com a marca Opel – cores e forrações específicas.

Para quem nunca teve contato com o Tigra, o que chama a atenção é o fato do modelo apresentar o interior do Corsa de 1ª geração “redondo”, mais especificamente do GSi 16V, embora a parte externa seja completamente diferente. E é justamente nessa “parte externa diferente” é que reside o maior problema do Tigra: o preço dos componentes exclusivos do carro. O vidro da tampa traseira, por exemplo, chega a custar salgados R$ 7.658,98 nas concessionárias. O farol dianteiro, simples e sem lâmpada, custa R$ 3.196,00. É quase o preço de um farol de BMW 2005, duplo e com xenônio já instalado, que sai por cerca de R$ 3.500,00. E a outra má notícia é que não há peça paralela para ele.

Já na mecânica os problemas são menores, pois quase a totalidade das peças é compartilhada com o Corsa GSi. Na Europa havia ainda outros motores disponíveis, como o 1,4-litro. Apenas a que contava com motor de 1,6 litro e 16 válvulas, de 106 cv, foi importada pela GM. Um aviso adicional é que as peças de mecânica adquiridas nas concessionárias vão ser bem mais caras que as do GSi, que por sua vez já eram mais “salgadas” que as dos demais Corsa. Um jogo de pastilhas, o mesmo do Corsa, para o Tigra custa R$ 1.208,00!

No mercado paralelo, a mesma peça sai por cerca de R$ 80, ou 15 vezes mais barato!
Entre os pontos positivos desse modelo está a exclusividade, pois é visão rara nas ruas menos de 3 mil unidades importadas. Destaca-se ainda pela agilidade, economia de combustível e bom desempenho. Entre os aspectos negativos, além do já citado preço absurdo das peças, está o exíguo espaço traseiro, o que o transforma num carro ideal para apenas duas pessoas.

A conclusão é que o Tigra se posiciona como uma boa opção no segmento dos carros esporte acessíveis e econômicos. Mas o preço das peças pode tornar o sonho num verdadeiro pesadelo. A parte boa é que todas as peças caras estão na carroceria e são bem visíveis ao se examinar um modelo para compra.

Comprando um Tigra usado

A correia dentada demanda muito cuidado, pois em caso de rompimento o estrago é grande e sai caro. A menos que tenha sido sabidamente substituída há pouco tempo, o negócio é não correr riscos e providenciar a troca dessa peça assim que se adquirir o veículo.

No câmbio, o trambulador fica impreciso com o uso, o que facilita o engate errado das marchas. Um teste dinâmico na hora de comprar o veículo detecta facilmente o problema. E a verificação das buchas e batentes da suspensão dianteira é imprescindível, pois essa é uma das maiores fontes de ruído do Tigra.

Fonte de vibrações e ruídos, a tampa traseira pode se tornar também um ponto de entrada de água no interior do veículo. É bom checar antes se o assentamento e a vedação estão em ordem. Em tempo: talvez a peça mais cara do carro R$ 8 mil nas concessionárias, é quase impossível de ser encontrada fora delas. Boa sorte!

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