Guia de compra - Troller T4

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Alexandre Ramos
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- A história da Troller começou em 1994, quando Rogério Farias, um engenheiro cearense, iniciou o desenvolvimento do veículo, que era vendido como Troler com um L. Posteriormente passou a ser produzido na unidade de Horizonte CE e entre 1997 e 2000, contava com motor AP 2000 do VW Santana e apenas uma versão, com capota de lona. Vários detalhes eram provenientes de outros carros, para diminuição de custos. A caixa de instrumentos, por exemplo, era do Gol AB9, o "bolinha".

A partir de 2000 passou a ser equipado com motor MWM turbodiesel, de 2,8 litros e 132 cv. Com isso veio também uma mudança na carroceria, sempre de fibra de vidro, que aumentou. Em 2001, ano em que conquistou o título da Campeã Mundial de Rali na categoria T 3.2 Diesel, passou a contar também com a versão de capota rígida.

Em 2002 ocorre a transferência do centro distribuidor de peças, do centro de manutenção e dos departamentos de vendas, design e marketing para São Paulo e nesse mesmo ano o carro passa por revisões em seu projeto para aprimorar o produto. A introdução do freio a disco nas quatro rodas é um deles, assim como mudanças na porta traseira. Em 2003 a Troller retira-se das competições e muda seu centro de desenvolvimento para Vinhedo SP; lança também o T4-M, versão militar do T4. Posteriormente haveria ainda o desenvolvimento de veículos para os bombeiros e para uso em minas subterrâneas.

Em 2004 o carro passa por uma reestilização na dianteira; dois anos depois o motor eletrônico MWM International 3.0 com intercooler toma o lugar do antigo MWM, com aumento da potência para 163 cv. Em janeiro de 2007 a empresa é adquirida pela Ford, num lance bastante raro na indústria nacional. E em 2008 ocorre uma nova mudança na dianteira, com a introdução de uma grade separada do painel frontal.

Comprando um Troller usado

A compra de um carro desses pode depender do que se vai fazer com ele. Se o objetivo é trilha, talvez comprar um exemplar que já esteja pronto seja a melhor opção. Se o uso for urbano, encontrar uma unidade que foi usada principalmente na cidade e não são raras, muito pelo contrário, é o caminho indicado. Dê preferência para os modelos movidos a diesel, que são mais caros, mas mais econômicos e mais fáceis de vender posteriormente.

O exame do carro vai em busca de uso negligente ou muito duro, como carros que foram usados em competições off-road por exemplo. Ou veículos de trabalho. Como a carroceria é de fibra, fica fácil ocultar sinais de maus tratos. Mas o chassi pode entregar, por meio de pontos de solta, trincados etc. Outro ponto a ser visto é a parte inferior do motor, para ver se há vazamentos. Embreagem e sistema de tração também não podem ser esquecidos. Na hora da compra, verifique se os pneus estão em bom estado, pois não são baratos. Pneus para uso off-road se desgastam rapidamente quando utilizados em asfalto.

Na hora de usar um carro desses na cidade, tenha em mente que não é ágil, tem a suspensões rígidas, esterçam pouco e – por causa do motor – podem ter o valor do seguro bem elevado. Boa sorte!

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