Indo ou vindo do Exterior:

Saiba a hora certa de comprar ou vender um veículo sem prejuízo
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Adriana Bernardino
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Indo

Antes de embarcar para os Estados Unidos, em março de 2006, a fim de fazer um curso de 10 meses, Henrique Fiura Figueiredo decidiu vender sua Quantum 2001. “Não queria ter gastos com seguro e IPVA. Preferi vender o carro e aplicar o dinheiro”, diz Henrique.

A atitude é comum entre aqueles que vão passar uma temporada no exterior. Segundo Joel Leite, analista do mercado automobilístico, para fazer um bom negócio nessas circunstâncias é preciso por tudo na ponta do lápis.

“Como a desvalorização do veículo é muito baixa, alguns aspectos devem ser levados em conta. Os mais importantes são: quanto tempo a pessoa vai ficar fora, quanto se gastaria com IPVA e seguro (pode-se brecar o seguro no caso do veículo ficar em uma garagem que já tem seguradora) e quanto se gastaria de estacionamento. Se a soma de todos os gastos ficar mais de 10% do valor do veículo, vale a pena vender”, avalia Joel.

Outro aspecto importante, na opinião do analista, é não fazer negócios em cima da hora. “Geralmente, quem vai morar fora não quer vender o veículo muito tempo antes da viagem, isso para evitar ficar a pé. Mas, ao deixar a venda para última hora, também se corre o risco de conseguir um valor abaixo do mercado”, alerta Joel. “Aqueles que não se importam em ficar a pé ou contam com o carro de outro familiar levam vantagem. Podem, por exemplo, anunciar o carro na WebMotors e estudar várias propostas, conseguindo, assim, fechar um bom negócio”, diz.

Vindo

O caminho oposto também tem sido percorrido pelos brasileiros. A facilidade de negociar à distância, proporcionada pela internet, tem conquistado os transeuntes que querem voltar ao país e, imediatamente, contar com locomoção própria.

Célio Roberto Correa recebeu uma proposta de compra para sua Honda CBX 250 Twister, anunciada na WebMotors, vinda do outro lado do mundo. “Recebi uma proposta de compra de um cliente que hoje está morando no Japão. Com o site, conseguimos encurtar a distância”, anima-se Correa.

Também do Japão veio a proposta para a revenda Sobradinho Veículos, de Brasília. “Tivemos o caso de um cliente brasileiro que mora no Japão. Ele nos mandou uma proposta, dizendo que voltaria ao Brasil e não queria ficar a pé”, conta Guilherme, responsável pela revenda.

Para quem está fora, entretanto, os cuidados da compra à distância devem ser redobrados, já que não é possível certificar-se, por si mesmo, do veículo. Confira algumas dicas para fazer uma compra segura:

• Se o seu objetivo for comprar uma moto ou carro usado, compare em nosso site as diversas ofertas que houver para a marca e modelo que você procura.

• Jamais faça depósitos de valores em contas correntes de pessoas físicas indicadas pelo anunciante sem ter certeza da idoneidade dessas pessoas, da legítima procedência e do real estado do veículo.

• Jamais faça qualquer pagamento ou realize adiantamentos em valor ou bem sem antes ter certeza da idoneidade do anunciante, da legítima procedência e do estado do veículo. Cheque o endereço e o telefone (atenção aos anúncios cujo único contato seja o telefone celular).

• Desconfie de valores abaixo do mercado para veículos novos ou usados.

• Desconsidere ofertas de pessoas que dizem ser funcionárias ou intermediárias de fabricantes. As fábricas não autorizam, em nenhuma circunstância, seus funcionários a comercializarem veículos zero km.

• Esteja ciente de que o produto a ser adquirido atenda as suas necessidades.

• Peça a uma pessoa de sua confiança checar, pessoalmente, itens como:

1. Quilometragem, opcionais e estado geral do veículo.
2. Multas, alienação ou bloqueios administrativos no Departamento Estadual de Trânsito (Detran).
3. Ver o veículo em horários diurnos e locais públicos. Haverá mais luminosidade para averiguar eventuais problemas, e será mais seguro.
4. Pedir a um mecânico de confiança para avaliar o veículo.
5. Conferir os números do chassi no próprio veículo, que devem ser iguais aos que constam no certificado de propriedade, além de alinhados, com espaçamentos regulares e contornos uniformes.

• Antes de fechar negócio, confira documentos como comprovante de pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e seguro obrigatório (DPVAT); Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo; Certificado de transferência, datado, preenchido e com firma reconhecida (recibo/contrato de venda). Prefira os documentos originais do veículo e verifique-os com órgãos oficiais competentes.

• Verifique se há na nota fiscal ou recibo de compra do seu carro a expressão "venda no estado"; ela significa que o veículo não está em perfeitas condições. Solicite ao fornecedor que especifique todos os problemas apresentados.

• Atente para a veracidade de informações (como CNPJ, endereço e canais de contato) sobre a sede do fornecedor.

• Informe-se sobre garantias e políticas dos vendedores em relação à devolução e restituição do pagamento do produto a ser adquirido.

• Não forneça dados importantes em computadores públicos. Em ambientes seguros, o ícone do cadeado deve ser exibido na parte inferior na tela (saiba mais em nossa Política de Privacidade).

Veja também:

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