Katrina e Rita provocaram recorde da Inflação do Carro

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Auto Informe
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- A Inflação do Carro de setembro fechou com alta de 3,62%, a maior dos últimos três anos, desde que a Agência AutoInforme passou a calcular o IMC, índice de manutenção do carro, que calcula a evolução dos preços de produtos e serviços utilizados no dia a dia pelo motorista para o uso e a manutenção do carro.

A alta do mês foi impulsionada pelo reajuste dos combustíveis: nossa pesquisa revelou um aumento de 10,1% da gasolina na bomba e o álcool também teve uma alta expressiva: 8,8%. O aumento dos combustíveis foi um reflexo da decisão da Petrobrás que repassou os preços internacionais do barril de petróleo, depois da destruição de plataformas de petróleo no Golfo do México pelos furacões Katrina e Rita. O preço do barril passou de U$ 70.

Foi a primeira vez este ano que a Petrobrás repassou para o consumidor o aumento do petróleo no mercado internacional. O aumento do álcool veio na esteira do reajuste do petróleo.

Como os combustíveis representam a metade dos gastos que o motorista tem com o uso e manutenção com o carro, o peso no índice da Inflação do Carro foi grande, fazendo o índice chegar aos históricos 3,2%.

No acumulado de janeiro a setembro, as despesas com o carro acumulam alta de 7,19%. Veja a tabela de evolução.

Outro item que subiu muito foi o óleo do motor que ficou 2,8% mais caro. Os demais itens que compõem a cesta da Inflação do Carro, tanto de produtos quanto de serviços, não tiveram oscilações tão grandes. As maiores quedas de preço foram do serviço de lavagem do carro, que ficou 3,21% mais barata, e da pastilha de freio, que teve queda de 2,43%.


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