Peças usadas, opção em tempos de crise

Componentes seminovos podem custar até metade do preço de um novo
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Grande número de consumidores está deixando de comprar veículo zero quilômetro. Fica com o usado, adia a troca, mas precisa fazer a manutenção, manter o bom funcionamento pra não correr o risco de ficar na rua ou se expor a um acidente.

O problema é que a peça também está cara. Por isso, muita gente está partindo para a compra de peças usadas, um setor que tem registrado alto crescimento.

Um estudo feito pela consultoria Roland Berger revelou que o setor automotivo de reposição movimentou em 2014 R$ 23 bilhões no Brasil e a previsão é que mais R$ 85 bilhões sejam gastos na compra de peças usadas até 2020.

Apenas uma das empresas que fazem desmonte de veículos para a venda de peças, a JR Diesel, cresceu 12% e faturou R$ 50 milhões no ano passado.

A procura cresceu 45% e a empresa – especializada em peças de caminhões e ônibus – contratou 30 novos funcionários no início deste ano.

A razão desse crescimento é perfeitamente compreensível: uma peça usada em bom estado pode custar até 50% menos que a nova. As peças recebem um selo que permite ao comprador consultar a origem e legalidade do material.

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