Phoenix Concept faz a energia renascer das cinzas

Projeto do designer português Sérgio Loureiro faz carro se comportar como se fossem duas motos juntas; foco é nas sensações
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Gustavo Ruffo
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- Idéias para conciliar o mundo dos carros e das motos existem muitas, como os triciclos que tombam, as motos de quatro rodas e por aí vai, mas nenhuma é tão original quanto a do designer português Sérgio Loureiro da Silva. Seu trabalho de conclusão do curso de desenho de veículos na renomada Royal College of Art, no Reino Unido, foi o Phoenix Concept, um esportivo que, além de se parecer com duas motocicletas andando juntas e de proporcionar essa sensação, consegue fazer uma energia que seria desperdiçada voltar das cinzas.

“Fora do mundo automotivo já foram criadas tecnologias para regenerar energia, como relógios cinéticos, turbinas de vento, sistemas de absorção da energia geotérmica e até um piso de uma pista de dança foi desenvolvido para reaproveitar a energia do balanço do piso”, disse Loureiro ao site Car Body Design, que primeiro publicou a história sobre o interessante projeto. “Em torno dessas idéias eu desenhei um carro com um eixo central cinético, que gera energia para o movimento enquanto o veículo deita como se fossem duas motocicletas unidas.

Como as imagens ao lado mostram, o carro realmente é composto por duas metades separadas no meio, o que não agradará aos casais de namorados, mas será bom para os bolsos de todos. Além do eixo central cinético, o carro também tem na frente uma turbina de vento dianteira que gera energia para o carro quando ele está freando.

Impulsionado pelas rodas traseiras, o Phoenix foi desenhado de moto a ter o mínimo de peças entre as rodas e o motor, de modo a reduzir o atrito. Outro elemento que gera energia para o modelo é a suspensão, cujo trabalho nunca ninguém quis reaproveitar.

A idéia de separar o carro em duas metades que se deitam, como dissemos, não tem a ver apenas com redução de peso e estilo, mas também para proporcionar aos motoristas uma sensação mais prazerosa de dirigir sem a necessidade de altas velocidades. “Em altas velocidades, a autonomia da bateria acaba rapidamente, então este automóvel tinha de proporcionar boas sensações em baixas velocidades”, disse da Silva.

O desenho, inspirado no das arraias, é radical de propósito. “Ele se destina a pessoas que, tendo vivido em um mundo virtual e de videogames, procura um veículo com aparência próxima da de uma espaçonave, algo que pode pudesse proporcionar sensações diferentes”, disse da Silva. Pena é que a velocidade do modelo deve ser igual tanto num eventual desenvolvimento quanto nas ruas, baixa demais para atender a todos os interessados.

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