Qual a diferença entre carros usados e seminovos?

Seminovos têm até 3 anos de fabricação e são alternativa mais acessível a veículos zero

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Redação WM1
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Quando se trata do mercado de automóveis de segunda mão, virou padrão diferenciar os modelos disponíveis em anúncios e nas lojas como seminovos ou usados. Mas qual a diferença entre eles? De acordo com Ilídio dos Santos, presidente da Fenauto (Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores), o que caracteriza um seminovo é seu tempo de fabricação, que é de até três anos - independentemente da quilometragem.

O executivo lembra que três anos é justamente o período médio da garantia de fábrica oferecida pelas montadoras, que pode chegar a cinco anos, dependendo da marca. De acordo com Santos, esse aspecto, somado ao relativo pouco tempo de uso, fazem dos seminovos uma opção atraente para quem busca um automóvel.

"Comprar um carro com até três anos de produção traz muitas vantagens ao cliente na comparação com um modelo zero-quilômetro, que sofre depreciação média de 10% assim que sai da concessionária e a cada ano perde mais valor. Pelo mesmo preço de um automóvel de entrada novo, dá para adquirir um modelo maior, mais potente e mais equipado", destaca o presidente da Fenauto, que representa os lojistas independentes do país.


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Crédito: Webmotors/WM1

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Ilídio dos Santos aponta outros possíveis benefícios ao comprador, a depender do vendedor, como IPVA e licenciamento pagos e garantia estendida - por lei, um carro usado tem cobertura de 90 dias na eventualidade de aparecer algum defeito após fechar o negócio, mas o especialista relata que há casos nos quais ela sobe para até um ano.

Dos Santos diz, ainda, que os usados têm o seu apelo, como alternativa especialmente para quem está com o orçamento mais apertado. "Este ano, a busca por usados com quatro a nove anos de fabricação foi maior que a procura por seminovos. A pequena retomada na economia do país, somada às promoções agressivas das montadoras e à ampliação na oferta de crédito, aumentaram as vendas de carros zero-quilômetro e afetaram a procura pelos seminovos. Ao mesmo tempo, quem tem menor poder aquisitivo encontrou nos usados uma boa opção", contextualiza.

No caso dos veículos com quatro ou mais anos de produção, lembra o executivo, as opções são mais variadas e em maior quantidade, pelos motivos óbvios. Porém, especialmente os exemplares mais rodados também exigem mais cuidado e critério antes de fechar a compra. "Exija o laudo cautelar, que atesta a originalidade de vários itens, se o veículo foi batido e sofreu algum dano estrutural sério, bem como eventuais pendências legais e com documentação. Também peça uma certidão negativa de débitos e restrições, que podem vir com o laudo. São itens oferecidos pelos lojistas sérios, bem como a disponibilidade de test-drive, essencial para verificar o estado do automóvel".

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