Sem energia? Recarregue-se

Muito tempo no carro pode reduzir sua vitalidade. Saiba como se cuidar
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Adriana Bernardino
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“Imagine que seu corpo é um carro que possui motor, peças alocadas perfeitamente, com pintura impecável e combustível no tanque. Com a chave na ignição você tenta ligá-lo, mas não consegue, porque não é deflagrada a faísca para que o motor seja acionado. Sem faísca, ou melhor, sem energia, nós também não funcionamos”, alerta o terapeuta Geraldo Medeiros Júnior, especialista em bionergopatia, procedimento terapêutico que identifica e corrige disfunções energéticas do corpo.

De acordo com esse estudo, a sensação recorrente de cansaço físico e mental pode ser indício de que as funções bioenergéticas do corpo estão alteradas. “Passar muito tempo dentro do veículo é um dos fatores desencadeadores do desequilíbrio”, diz Medeiros.

Segundo o especialista, o aumento do potencial elétrico do ambiente faz com que o índice elétrico interno do organismo também aumente. “A invasão eletromagnética acaba por confundir nosso sistema nervoso central, interferindo nas relações neuronais e conseqüentemente na produção de hormônios no cérebro, causando problemas físicos que repercutem também em desordens emocionais”, explica Medeiros.

Fora do eixo

Dentro do carro, o que pode ser agressivo para a bioenergia do corpo? O especialista dá alguns fatores:

Eletromagnetismo do motor – "nosso corpo tem seu próprio sistema elétrico: possui duas grandes bombas elétricas internas, o cérebro e coração. As células também são consideradas sistemas bioelétricos, uma vez que possuem partes com polaridades positivas e outras negativas. O motor do carro é uma fonte externa de energia que faz com que fiquemos eletrizados. Além dele, o celular e outros aparelhos eletrônicos, como rádio e GPS, também alteram o magnetismo do corpo", diz.

Segundo informa o especialista, "manter o celular por mais de um minuto em uma mesma orelha é estar exposto a um calor de 41 graus, altamente prejudicial aos neurônios". Evitando o telefone, pode-se reduzir riscos de acidentes e prejuízos à saúde.

Estresse – é bom encontrar uma forma mais saudável de se relacionar com os problemas cotidianos. "Isso porque os pensamentos podem ser encarados como formas de energias e influenciam, em maior ou menor intensidade, as reações bioquímicas do corpo, como por exemplo, a produção de adrenalina, queima de glicose e acidificação do sangue".

Circulação – ficar muito tempo sentado, principalmente no frio, compromete a circulação, pois adensa o sangue. A recomendação é massagear as pernas nos momentos possíveis, como farol fechado ou trânsito intenso.

O ar que você respira – dentro do carro, alerta Medeiros, "a poluição é 10 vezes maior do que fora. Assim, um pedestre o ciclista é exposto a menos monóxido de carbono do que o motorista. Se possível, vale a recomendação de trocar, ao menos uma vez na semana, o carro por uma caminhada ou pedalada".

Pisca-alerta

Os sintomas mais comuns de um desequilíbrio energético são "cansaço crônico, sonolência ou insônia, irritabilidade, tontura, enjôo, apatia e indisposição. Antes de uma doença atingir o sistema imunológico, o equilíbrio bioenergético do corpo é afetado. Quando há desequilíbrio, o corpo emite sinais, quase sempre antes de a doença se manifestar. Por isso, as pessoas têm os sintomas, mas suas causas não são confirmadas em exames clínicos genéricos. É um estado pré-clínico”, explica Medeiros.

Dicas de recarga

“Um tratamento pautado na bionergopatia visa devolver ao organismo a capacidade que ele tem de seu auto-regular, restabelecendo o ânimo, a serenidade e a disposição”, assegura o terapeuta. Medeiros dá algumas dicas simples para o motorista dar a partida para um dia a dia mais equilibrado.

Andar descalço na terra – é uma medida simples, mas muito eficiente. Ao praticá-la, o corpo é aterrado ao solo, fazendo com que a energia eletromagnética em excesso, presente no organismo, se transfira para a terra. É recomendável evitar, sempre que possível, solado de borracha ou plástico, pois são isolantes.

Banho de mar ou na falta de... - A água do mar contém sal, um composto que atrai o eletromagnetismo. Na falta do mar, faça banhos regulares – ou imersão – em soluções salinas sal grosso, processado ou sal-marinho. Com isso, você irá provocar uma reação química entre o seu potencial elétrico interno e a água salina, fazendo com que baixo internamente este índice.

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Para saber mais:

“Me sinto doente...”, Geraldo Medeiros Jr. e Else Benevides Medeiros.
“Bionergopatia – Sistema corretor das disfunções bioenergéticas”, Geraldo Medeiros Jr.


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