O Volkswagen T-Cross fechou o 2025 como o SUV mais vendido do Brasil. Com exatas 92.837 unidades emplacadas, foi o único utilitário esportivo do mercado brasileiro a chegar perto da marca de 100 mil licenciamentos.
O T-Cross 2026 é vendido em cinco versões (Sense, 200 TSI, Comfortline, Highline e Extreme) e tem preços entre R$ 119.990 e R$ 203.490. Sendo um carro tão popular, é óbvio que tem muita gente com dúvidas sobre o SUV da Volkswagen.
Por isso mesmo, reunimos as 10 perguntas - e as respostas - mais comuns na internet sobre o Volkswagen T-Cross para criar um guia definitivo do modelo. Confira a seguir.

Esses números e letras se referem à motorização. O 200 TSI é um 1.0 turbo flex de 128 cv de potência e 20,4 kgfm de torque. É o propulsor que equipa as versões Sense, 200 TSI e Comfortline do T-Cross. Já o 250 TSI é um 1.4 turbo flex de 150 cv de potência e 25,5 kgfm de torque. Equipa as versões Highline e Extreme.
Essas denominações são formadas pela junção do torque em newton-metros - 200 Nm no motor 1.0 e 250 Nm no 1.4 - com o TSI usado pela Volkswagen para designar os seus motores turbo.
Sim. Abastecido com gasolina, os carros equipados com o motor 200 TSI (1.0 turbo) registram médias de 12,1 km/l (cidade) e 14,5 km/l (estrada).
Já o 250 TSI (1.4 turbo) atinge médias de consumo de até 11,8 km/l (cidade) e 14,2 km/l (estrada).
Depende de como você usa o carro.
A capacidade normal do porta-malas é 373 litros. Menor que a oferecida por vários concorrentes diretos. Porém, o T-Cross permite aumentar a capacidade do bagageiro alterando a inclinação do assento traseiro. Com isso, o porta-malas chega a 420 litros. Mas sacrificando um pouco o conforto dos ocupantes.
A versão do T-Cross com melhor custo-benefício é a Comfortline (R$ 181.990), que combina o visual externo da versão Highline com o bom motor 1.0 turbo e uma lista de equipamentos bem recheada, que inclui ar-condicionado automático, multimídia VW Play Connect com tela de 10,1 polegadas e chave presencial.
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Não. O custo de revisões do modelo fica na média do segmento de SUVs compactos. Para fazer as seis primeiras revisões no T-Cross Sense, o proprietário terá que desembolsar R$ 5.722,69. Vale lembrar que o plano de manutenção do SUV da Volkswagen prevê paradas a cada 12 meses ou 10.000 quilômetros.
Ambos compartilham a mesma plataforma e conjunto mecânico. O Nivus tem porta-malas maior (415 litros) e visual mais arrojado, mas oferece menos espaço para as pernas no banco traseiro. Já o T-Cross tem porta-malas menor, mas leva passageiros no banco traseiro com mais conforto, graças ao entre-eixos mais longo (2,65 metros ante 2,56 metros).
Depende do que você espera. O T-Cross Sense oferece bom espaço interno e o mesmo motor 1.0 turbo com câmbio automático de seis marchas do restante da linha.
Por outro lado, tem uma lista de equipamentos mais enxuta, sem itens como rodas de liga leve, frenagem automática de emergência ou o controlador adaptativo de velocidade das configurações mais caras.
Muito. É um carro com boa oferta e procura no mercado de usados, e que tem uma mecânica considerada robusta.
O segredo, como em qualquer busca de carro usado, é procurar exemplares do T-Cross que estejam com a manutenção em dia.
Está na média do segmento. Fiz no Auto Compara uma simulação de seguro completo para o T-Cross Extreme. Perfil masculino, mais de 35 anos, casado e morador da capital paulista. O preço da cobertura completa oscilou entre R$ 1.963,19 e R$ 3.791,50.
Não. O T-Cross recebeu um facelift recente e continua firme na estratégia da marca para o mercado brasileiro. Atualmente, o T-Cross é o SUV compacto mais refinado da Volkswagen: está posicionado na linha acima de Tera e Nivus, e abaixo do Taos.
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