Como se calcula a autonomia de um carro elétrico?

Média é feita seguindo uma série de parâmetros e testes realizados de acordo com um procedimento global

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Fabio Perrotta Junior
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A autonomia dos carros elétricos é um dos quesitos de maior polêmica até hoje. Muita gente pensa que os veículos ainda rodam muito pouco com uma carga de bateria. Mas você sabe como é feito esse cálculo?

Ao contrário dos carros a gasolina, em que se divide a média de km/l pela capacidade do tanque de combustível, nos carros elétricos a situação é um pouco mais complexa.

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Legenda: Nissan Leaf tem até 389 quilômetros de autonomia
Crédito: Divulgação

Tudo por conta da capacidade da bateria. Para saber a real duração dela, diversos tipos de testes são feitos a fim de conseguir um número preciso.

Para obter tal informação, os fabricantes utilizam o ciclo WLTP (Worldwide harmonized Light vehicles Test Procedure). O procedimento de teste global para veículos leves reúne uma série de parâmetros que ajudam a desvendar tal média.

Quatro fases

São quatro fases de testes, que buscam simular a maior quantidade de situações cotidianas possíveis. A partir desses quatro resultados, uma média é feita e, assim, a autonomia do veículo é divulgada pelo fabricante.

Apesar de bastante complexo, o número se baseia em uma situação controlada. Ou seja, varia de acordo com a forma como o carro é conduzido, o peso do pé do motorista e até mesmo a temperatura ambiente, já que as baterias são sensíveis ao calor.

Ainda assim, trata-se de um número confiável, em que os motoristas podem se basear na hora de escolher e comprar seu carro elétrico.

Autonomia dos elétricos vendidos no Brasil

  • BMW i3 - 335 km
  • Renault Zoe - 270 km
  • Nissan Leaf - 389 km
  • Chevrolet Bolt - 383 km
  • Audi E-Tron - 436 km
  • Jaguar I-Pace - 470 km
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