Colunista conta como foi o primeiro dia em Detroit

Fernando Calmon, correspondente do <b>WebMotors</b> no Salão, fala das principais novidades
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Gustavo Ruffo
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Detroit, EUA - O Salão de Detroit abriu no domingo para a imprensa mundial com ênfase no discurso “verde” da industria automobilistica. Também se nota que a austeridade cresceu. Os shows de apresentacão estão mais discretos.

A Ford teve sua tradicional abertura no ginasio do Cobo Center com a presenca de Bill Ford, Alan Mullally e sem muita piroctenia. A única cena fora do comum foi quando o Verve, futuro compacto que succaptioná o Fiesta, desceu do teto do ginásio ate o chão. O carro evoluiu em relação ao exibido ainda como conceito no Auto Show Guangzhou, na China, um sedã baseado no primeiro Verve, mostrado no Salão de Frankfurt, em setembro do ano passado. Trata-se da versão sedã, a ser comercializada nos EUA já com a grade típica dos novos modelos da marca vendidos aqui.

Hoje à noite 2ª feira há a expectativa de que a Ford anuncie algumas novidades para o nosso mercado em encontro dos diretores da companhia com os jornalistas brasileiros após o segundo dia reservado à imprensa.

A Chrysler manteve a tradição de apresentações espetaculares. Levou os jornalistas para pequenas arquibancadas bem em frente às entradas do salão para apresentar seu grande lançamento do salão. Sob um frio em torno de 0ºC promoveu um desfile de uma manada de bois, precedida de vaqueiros a cavalo e logo depois a nova picape Dodge RAM. Esse produto, isoladamente, representa 20% das vendas totais da marca nos EUA.

A RAM teve discreta evolução no estilo, mas se destaca por inéditos compartimentos embutidos nas laterais da caçamba. São caixas com tampas que garantem estanqueidade e receberam fechadura. Lá cabem apetrechos diversos e até bolas de basquete. No interior da cabine há outros porta-objetos embutidos no assoalho e acabamento do painel em dois tons. Uma cabine estendida agora é oferecida. Pela primeira vez uma picape pesada trocou as tradicionais molas traseiras semi-elípticas por molas helicoidais em um arranjo multilink que deve melhorar bastante a dirigibilidade.

O mais importante desse primeiro dia – e talvez de todo o salão – foi o discurso do Rick Wagoner, presidente mundial da GM. Ele surpreendeu ao anunciar que assinou um contrato com uma pequena empresa de pesquisa, chamada Coskata, com o objetivo de desenvolver novas formas de obtenção de etanol. A intenção é sair do processo do álcool de milho para produção a partir de resíduos agrícolas e florestais, além de outras fontes como garrafas pet e até pneus inservíveis, gastando um quarto da quantidade de água hoje utilizada.

Sem competir com a produção de alimentos, Wagoner espera que o etanol possa ter um custo de produção inferior a um dólar por galão e chegue aos postos de abastecimento, depois de impostos e gastos com distribuição, por aproximadamente metade do preço médio atual da gasolina, na faixa de US$ 3,40 por galão.

Gosta de picapes?

Confira algumas ofertas desses segmentos, todas do WebMotors:

Dodge RAM

Ford F-250

Chevrolet Silverado

Toyota Bandeirante

Ford F-1000

Leia mais sobre o Salão de Detroit:

Dodge Ram 2009

VW Passat CC

Audi R8 V12 TDI

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