Dodge Challenger SRT10, o Viper vestido de muscle car

Modelo conceitual ganha motorzão V10 do superesportivo da Dodge, com 608 cv
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Gustavo Ruffo
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- Proporção é realmente um negócio interessante. No Brasil, um motor 2-litros como o do Honda Civic SI é sonho de muitos e um V8, privilégio de poucos. Nos EUA, V8 é tão acessível que a dose tem de ser mais pesada para entusiasmar. Foi o que a Chrysler fez com o Dodge Challenger, que ganhou no SEMA Show a versão infelizmente conceitual SRT10. Parece um Challenger, mas pode chamar de Dodge Viper.

A alma do supercarro da Dodge, pelo menos, está toda no muscle car. Tanto o motorzão V10 de 8,4 litros, 608 cv a 6.000 rpm e 633 Nm a 5.100 rpm quanto o câmbio manual de seis marchas Tremec TR-6060. Até as relações de marcha do Viper foram mantidas iguais.

Para comportar um coração tão bem disposto, o Challenger teve de ser muito bem preparado para não se tornar, mais do que um carro, um desafio. Afinal, acelerar ele deve acelerar bem apesar de a Chrysler não divulgar os dados de desempenho, mas também precisa frear e fazer curvas decentemente. A base que a Chrysler usou foi a do Challenger SRT8, que, nos EUA, custa o equivalente a pouco mais de R$ 80 mil, mas, no Brasil, é vendido por mais de R$ 350 mil.

No que se refere à suspensão, o Challenger recebeu molas traseiras mais firmes. O amortecedores, Biltein, estão nos quatro cantos do carro, que conta com suspensão multilink de braços longos e curtos na dianteira e multilink de cinco pontos na traseira, totalmente independente e regulável.

O carro poderia ser inteiramente voltado a desempenho, mas isso afetaria os níveis de vibração, ruído e aspereza, preocupações levadas em conta apenas para carros que podem ser produzidos em série. Apesar de conceitual, esse pode ser um bom indício de que o SRT10 será vendido, ainda quem em série limitada.

No que se refere aos freios, pinças Brembo de seis pistões na frente e de quatro atrás mordem discos ventilados de 390 mm na dianteira e de 355 mm na traseira. As rodas, de aro 20”, têm pneus 275/35 R20 adiante e 275/40 R20 atrás. A tração é traseira, falando nisso.

Agora, resta torcer para que o Challenger SRT10 encontre o caminho da produção, algo que a Chrysler tem tradição em fazer. Ainda que ele certamente não venha para o Brasil, e que, se viesse, tivesse um preço proibitivo.

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