Ford Fusion, renovado, traz motores novos pelo mesmo preço

Quatro-cilindros 2,3-litros deu lugar a um 2,5-litros mais econômico e mais potente pelos mesmos R$ 84,9 mil
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Gustavo Ruffo
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- Quando o Ford Fusion foi apresentado no Brasil, há quase exatamente três anos, apontamos que ele trazia ao mercado um excelente compromisso entre espaço, itens de série e preço. A versão 2010 do seda médio-grande não só manteve essa mesma proposta como a aperfeiçoou. E pelo mesmo preço.

O modelo que agora sai de linha, equipado com um motor de quatro cilindros, 2,3-litros 16V de 162 cv a 6.500 rpm e 203 Nm a 4.500 rpm deu lugar a um outro propulsor, também de quatro cilindros, mas com 2,5 litros, 173 cv a 6.000 rpm e 225 Nm a 4.000 rpm. Melhor em tudo, inclusive no câmbio, que já era bem legal. De um automático de cinco marchas, o Fusion passou a contar com um automático de seis.

Apesar de a aparência estar bem mais atraente, as dimensões do sedã continuam praticamente as mesmas, com um pequeno aumento, de 1 cm, no comprimento. O Fusion agora tem 4,84 m de comprimento, os mesmos 2,73 m de entreeixos e o porta-malas, de 530 l, manteve seu excelente espaço para bagagem. Até as rodas de liga-leve de aro 17” continuam iguais, com pneus de mesma medida: 255/50 R17.

Tudo isso chega ao consumidor por R$ 84,9 mil, preço que aumenta em R$ 4.000 se o cliente optar por teto solar. Além disso, só se pode escolher entre as sete cores que o carro passa a oferecer: Preto Bristol, Prata Munique, Cinza Berlim, Vermelho Ibiza, Branco Sibéria, Verde Lion e Azul Florence.

Outra novidade boa da linha Fusion é a chegada do modelo V6, com tração integral permanente e preço de R$ 99,9 mil. Com teto solar, ela custa R$ 103,9 mil. De diferente em relação ao modelo com motor de quatro cilindros só se pode citar o sistema de som SYNC, que integra também navegador por GPS ainda não disponível, sistema de comando de voz, Bluetooth e um disco rígido de 10 Gb para armazenar músicas. A tela, de 8”, é sensível ao toque.

Pena é que a Ford ainda não se animou a importar ao Brasil a versão híbrida do carro, que fez recentemente a marca de 2.326,6 km com um tanque cheio. Essa marca é melhor que a de muitos carros a diesel no mundo. Como híbridos não são proibidos pela lei brasileira e automóveis de passeio a diesel são, essa seria uma maneira sensacional de driblar a restrição a carros de baixo consumo que existe no país. Como se costuma dizer, a esperança é a última que morre. Se até o MINI e o smart já chegaram, o resto há de ser questão de tempo. Tomara que não muito...

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