Honda atualiza City com reestilização leve e mais equipamentos, mas preço segue elevado

Versão EXL deixa de existir e sensor de estacionamento é oferecido pela primeira vez
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Rodrigo Ribeiro
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– Sumaré - SP - Assim como aconteceu com seu “irmão” Fit, o novo Honda City acaba de ganhar uma discreta atualização visual, seguindo o visual da versão tailandesa. O face-lift foi acompanhado por uma mudança nos catálogos, que trazem novos itens de série e a extinção da versão topo de linha EXL. Os preços se mantiveram altos, com destaque para a versão EX, que disparou: de R$ 62.975 para R$ 66.855.

A inflação foi minimizada pela Honda: “Com a extinção do EXL, o City EX recebeu mais equipamentos para se tornar o novo topo da gama”, explicou Alfredo Guedes, supervisor de relações institucionais da marca. Além de itens estéticos, que incluem maçanetas cromadas e novas rodas de 16 polegadas, o City EX agora é oferecido somente na versão automática, com sensor de estacionamento, bancos de couro, borboletas para trocas de marcha no volante e dois tweeters – alto-falante para sons agudos que custa de R$ 50 a R$ 100 no mercado de acessórios.

O sensor de estacionamento também vem de série na intermediária LX, que varia entre R$ 59 mil manual e R$ 62.190 automático. Seguindo a obrigatoriedade da nova legislação, a versão também ganhou ABS de série, item que foi destacado pela Honda como uma grande ação de benevolência da montadora. Faltou explicar porque o equipamento continua a não ser oferecido no City DX, de entrada. A versão “pé-de-boi” perdeu a versão automática e parte de R$ 53.620.

Discrição
As modestas alterações no catálogo acompanham o visual do City 2013, que ganhou novos para-choques dianteiros e traseiros, grade do radiador cromada e lanternas traseiras redesenhadas. Otimista, a Honda considera a atualização grande, afirmando que 344 peças foram alteradas – número que deve considerar até o menor dos parafusos dos novos componentes. O motor 1,5L 16V de até 116 cv não sofreu alterações, assim como os câmbios manuais e automáticos de cinco marchas. A parte mecânica só não seguiu intocada porque o City ganhou um novo tanque de combustível para 47 litros, cinco a mais do que o modelo anterior.

Como não houve mudanças que impactassem na dinâmica do modelo, a Honda ofereceu apenas um curto test-drive do modelo na pista de testes da fábrica, em Sumaré SP. Nela o WebMotors consolidou sua opinião sobre o sedã compacto/médio, que oferece bom desempenho tanto com câmbio manual quanto automático sem comprometer o conforto com uma suspensão excessivamente dura. Com nova iluminação do painel de instrumentos nas versões LX e EX, o City oferece um acabamento honesto, apesar de já envelhecido. Destaque para o encosto do banco traseiro reclinável.

Se não fosse a mudança na legislação para carros importados, este seria o momento ideal para a Honda baixar o preço de seu sedã de entrada, que custa quase o mesmo do que o médio Nissan Sentra. Contudo, com o protecionismo do governo, a marca deve seguir com a tabela elevada, provavelmente o maior defeito de sua linha de produtos nacionais.

Test-drive feito à convite da Honda do Brasil

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