Lancia ressuscita o nome Delta em Genebra

Baseado no Fiat Bravo, modelo terá linhas ousadas e deve voltar a ostentar a versão Integrale
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Gustavo Ruffo
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- A Lancia sempre foi conhecida por sua performance em ralis, primeiro, com o Fulvia, depois com o Stratos e, finalmente, com o Delta Integrale, que está para a marca assim como o quattro está para a Audi. Em 1999, entretanto, ela abandonou o nome e tentou criar novos modelos baseados em plataformas da Fiat, sem o mesmo sucesso. Pois este ano, mais exatamente no Salão de Genebra, em março, a marca retomará o nome Delta em um veículo derivado do Bravo, coincidentemente apresentado no Salão de Genebra do ano passado.

O Delta original, que nasceu em 1979 e foi desenhado por Giorgetto Giugiaro, já chegou ao mercado agradando e foi escolhido como o Carro Europeu do Ano em 1980, mas faltava alguma coisa. E ela chegou como o Delta Integrale, em 1987, um devorador de títulos no WRC seis na sequência, de 1987 a 1992. Além da tração nas quatro rodas, ele tinha um motor de quatro cilindros Lampredi de 2-litros e mais de 185 cv. Nem é preciso dizer que, além de um campeão dos ralis, o Integrale se tornou o carro que todos os fãs da Lancia queriam ter.

No caso do novo modelo, a herança o beneficia, uma vez que o Bravo tem feito um enorme sucesso na Europa. O desenho diferenciado, mais ousado, e o acabamento mais luxuoso, duas marcas registradas da Lancia, devem agradar aos compradores típicos da empresa.

Em termos de desempenho, também não se pode dizer que o novo Delta estará mal servido. Todos os seus motores, tanto a gasolina quanto a diesel, são turbinados, o que representa uma potência mínima disponível de 120 cv. A máxima, por enquanto, bate em 200 cv, nada má para um hatch de 4,50 m de comprimento, 1,80 m de largura e 1,50 m de altura. O peso do novo carro ainda não foi divulgado e mesmo essas medidas não devem ser precisamente essas, mas, como se trata de mera antecipação do que será mostrado em Genebra, teremos de esperar um pouco mais por detalhes.

Todas as transmissões do novo Delta terão seis marchas. E “todas” não é mera força de expressão: há uma manual, uma automática e uma manual robotizada, possivelmente a C635, uma transmissão de dupla embreagem como a que já é utilizada pela Volkswagen no Passat.

Em termos de acabamento, o Delta terá um teto panorâmico semelhante ao que o Stilo já ostenta, mas com outro nome GranLuce, em vez de Sky Window, bancos traseiros reguláveis em distância e inclinação do encosto, sistema de som Bose com toca-MP3 e comando no volante, sistema “Blue&Me”, já presente no Punto, e um sistema de navegação incorporado ao painel o verdadeiro, não o “de série removível” desenvolvido pela Magneti Marelli.

Como a Lancia se preocupa em esclarecer, Delta, além de um nome fortemente ligado à história da empresa, é também um “símbolo matemático que significa mudança, evolução”. Para a marca, é bom que o carro realmente represente isso, a fim de que ela acompanhe o salto que a Fiat deu em termos de resultados financeiros e vendas.

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