Logan é flagrado em testes no Brasil

Modelo estava disfarçado com pintura quadriculada e não era acompanhado por ninguém, como mostram as fotos do leitor André Losso
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Gustavo Ruffo
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- O próximo popular da Renault, o Logan, chegará às revendas só no ano que vem, mas seus testes estão em ritmo avançado, como comprovam as fotos de nosso leitor André Losso, de Curitiba. No dia 6 deste mês, uma unidade disfarçada com pintura quadriculada assimétrica foi flagrada por ele próxima à praça do Japão, na capital paranaense.

Losso nos conta que o carro tinha apenas dois ocupantes, com um laptop, e não vinha acompanhado de mais nenhum veículo, o que geralmente acontece quando automóveis em fase de pré-lançamento são avaliados em vias públicas. Os outros carros levam pessoal de apoio, equipamentos e até seguranças.

Isso talvez se deva ao fato de a Renault ter anunciado extensivamente a fabricação do novo popular, que fez fama na Europa por custar, à época de seu lançamento, menos de cinco mil euros. Atualmente ele custa mais, mas se mantém como uma opção extremamente barata de compra, especialmente interessante para os habitantes do Leste Europeu. O Logan, inclusive, é vendido ali sob a bandeira da Dacia, uma antiga montadora estatal romena que foi comprada pela Renault.

A redução de custos foi conseguida com o uso expressivo de peças de outros automóveis, como o Clio, e até com a aplicação de vidros retos nas portas, em vez dos normalmente curvos, considerados mais resistentes. Pierre Poupel, presidente da marca no Brasil, anunciou que o modelo nacional seria diferente do comercializado na Europa, com algumas melhorias. O Logan, segundo ele, também criaria uma nova família, com uma versão hatch, já flagrada na Argentina, uma perua, da qual o conceito Steppe dá uma boa noção, e uma picape, inédita no mundo inteiro.

O Logan tem três opções de motorização na Europa: um 1,4-litro de 75 cv, um 1,6-litro de 90 cv, ambos com duas válvulas por cilindro e movidas a gasolina, e um 1,5 litro movido a diesel de 65 cv e mais de 16 kgfm de torque. No Brasil, o modelo poderá usar os motores 1,0-litro e 1,6-litro com cabeçote de 16 válvulas, já produzidos no país.

Caso você presencie um carro disfarçado nas ruas ou fique sabendo de algum segredo da indústria automobilística que queira dividir conosco, faça o mesmo que o André Losso: não hesite em entrar em contato pelo e-mail editorial@webmotors.com.br.
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