Novo Fiat Panda: pequeno mutável

Nova geração do “primo” do Uno oferece mais de 600 combinações para fisgar os consumidores
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– O nome em si já é uma garantia para os consumidores europeus. Em 31 anos de história, o Fiat Panda já vendeu mais de 6,5 milhões de unidades. Apresentado em setembro de 2011 no Salão de Frankfurt, na Alemanha, a nova geração deve chegar ao mercado europeu em março de 2012. O novo Panda vai competir diretamente com os subcompactos Volkswagen Up!, Renault Twingo, Kia Picanto e Hyundai i10. Em comparação com Up! e Twingo, há um atraso de três meses na chegada ao mercado - o que pode se transformar em uma vantagem competitiva. O preço do Panda começa em 10.200 euros – o equivalente a R$ 24.700.

O novo Panda traz sistema Star/Stop e adota um recurso que suaviza colisões em baixa velocidade – abaixo de 30 km/h, sensores detectam obstáculos e dão o comando de acionamento automático dos freios. O Panda ainda conta com a evolução do sistema de interface Blue & Me, o Blue & Me TomTom LIVE 2, que combina as vantagens de integrar informação e entretenimento e um sistema de navegação portátil.

O formato continua fiel à última geração, mas com largura maior. A dianteira tem personalidade forte, onde o capô ligeiramente côncavo casa-se perfeitamente com os novos faróis arredondados e com grades de aspecto imponente, com linhas estéticas semelhantes às do Fiat Grande Punto. O carrinho peca por não trazer luzes diurnas com leds e faróis de tecnologia de ponta, itens já comuns na Europa.

Mas o ponto forte do modelo é a versatilidade estética. São dez cores disponíveis, nove tipos de interior e opções de rodas de liga leve de 14 e 15 polegadas, o que dá um total de mais de 600 combinações para o consumidor deixar o carro a seu gosto. Com 3,65 metros de comprimento, 1,64 m de largura e 1,55 m de altura, o novo Panda pode acomodar confortavelmente até cinco pessoas. Além disso, o espaço interno conta com numerosos compartimentos de arrumação.

Entre os propulsores a gasolina oferecidos, se destacam os dois novos motores de dois cilindros: o 900 cc TwinTurbo de 85 cv e 900 cc TwinAir de 65 cv. A gama de motores a gasolina disponíveis se completa com o remodelado 1,2L Fire de 69 cv. O novo Panda ainda conta com a opção do motor a diesel 1,3L Multijet de 75 cv. Além dos propulsores bicombustível TwinTurbo 0,9L de 85 cv e 1,2L EasyPower de 69 cv. Em sintonia com o espírito “eco-friendly”, o carro ainda oferece um indicador de troca de marchas – uma seta que se acende no painel – para otimizar o uso do motor. Ainda há uma versão 4X4 em desenvolvimento, que deve estrear no segundo semestre de 2012.

O novo Fiat Panda começou a ser produzido em novembro na fábrica de Pomigliano d’Arco, no Sul da Itália. O investimento na construção da nova linha de produção especificamente para o carrinho ficou em torno de 800 mil euros – quase R$ 2 milhões. A fábrica de Pomigliano d’Arco é símbolo das mudanças sociais que a Itália atravessa. Em 2010, os trabalhadores tiveram que aceitar um recuo inédito nas condições de trabalho para salvar os empregos. Além disso, a unidade de produção é uma das mais avançadas em todo mundo.

Primeiras impressões: esperteza urbana
No interior do novo Fiat Panda logo chamam a atenção os finos bancos dianteiros. Isso, de certa forma, aumenta o conforto dos passageiros nos bancos de trás, mas não do motorista. Mesmo com ajustes horizontal e vertical, não é fácil encontrar uma boa posição. Com seus 3,65 m de comprimento, 1,64 m de largura e 1,55 m de altura, o carrinho acomoda facilmente cinco pessoas. Todos os controles são visíveis e de fácil alcance – inclusive o câmbio, convenientemente elevado no console central. A primeira impressão é de que há um retorno ao conceito anterior do Panda, com exceção do design modernizado.

As arrancadas são macias e as trocas de marcha, fáceis. Na medida que o novo Panda ganha a estrada, o motor TwinAir Turbo 0,9 de 85 cv mostra-se muito tranquilo em baixas rotações. Este propulsor consome, segundo a Fiat, 12% menos que 1.2 8V. Com transmissão manual e Dualogic, o consumo de combustível foi de 24,3 km/l. Isso só é possível graças ao sistema Start/Stop e ao indicador de mudança de marchas. Com a tecnologia usada no Twin, as vibrações foram reduzidas não apenas para o benefício do consumo, mas também para o conforto da viagem.

O Panda também respondeu bem às curvas. O torque de 14,8 kgfm, disponível a 1.900 rpm, aumenta a diversão de dirigir. O Panda construído em Pomigliano não é feito para corridas. Mas é um carro confortável para médias distâncias, quando se pode aproveitar a eficiência do propulsor TwinAir.

As opiniões expressas nesta matéria são de responsabilidade de seu autor e não refletem, necessariamente, a opinião do site WebMotors.
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