Peugeot 307 Sedan

Bem equipado e trazendo alguns itens sofisticados, o novo sedã da Peugeot começa a ser vendido dia 24/08, custando de R$ 54,6 mil a R$ 76 mil
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Luís Figueiredo
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- A Peugeot apresentou, na Província de Jujuy, Argentina, o 307 Sedan, que vem a completar a família de médio-compactos da fábrica no Brasil – composta, além do hatch, pelo conversível CC e pela perua SW. Fabricado em Palomar, também no país vizinho, o modelo estará à venda a partir de 24 de agosto.

Como no hatch, são três versões: Présence, Feline e Griffe. A primeira, de entrada, chega por R$ 54.700,00 e terá apenas uma opção de motor, o 1,6-litro 16 válvulas flexível em combustível roda com gasolina, álcool ou qualquer mistura de ambos de respectivos 110/113 cv. Para a intermediária Feline e a Griffe, de topo, será oferecido o motor de 2 litros também de 16 válvulas a gasolina, de 143 cv, com comando de válvulas variável para a admissão.

O destaque fica por conta do nível de equipamentos de série. Desde a versão básica estão presentes freios a disco nas quatro rodas, com ABS, distribuição eletrônica das forças de frenagem e auxílio à frenagem de emergência; duplo airbag; ar-condicionado; vidros elétricos nas quatro portas, com comando um-toque; e travas elétricas com acionamento automático atingidos 10 km/h.

Para a Feline são acrescidos ar-condicionado com duas zonas de resfriamento; toca-CD com comando satélite na coluna de direção; retrovisor eletrocrômico e a opçao de câmbio automático de 4 marchas, com comando seqüencial.

A versão Griffe conta com bancos revestidos de couro; toca-CD com capacidade para 6 discos, inseridos no painel; teto solar com acionamento elétrico e kit Bluetooth de comunicação sem-fio com celular. Será oferecida apenas com câmbio automático e traz sensores de auxílio ao estacionamento no pára-choque traseiro.

Construído sobre a mesma plataforma do hatch, o 307 Sedan tem idêntica distância entreeixos: 2,61 metros. Fica distante de alguns modelos concorrentes, como o Honda Civic 2,70 m e Renault Mégane 2,69 m. Ainda que a engenharia tenha sido eficiente em conseguir bom aproveitamento do espaço interno, os números não mentem: há menos conforto para os passageiros no Peugeot, comparado à concorrência.

O sedã cresceu 26,7 cm em comprimento, comparado ao hatch. A dianteira traz o mesmo desenho adotado na linha no início do ano. Já a traseira tem linhas mais conservadoras, porém agradáveis. As lanternas utilizam lâmpadas convencionais, em vez dos mais eficientes LEDs diodos emissores de luz.

De acordo com a Peugeot, o 307 Sedan atinge 204 km/h de velocidade máxima na versão 2-litros com câmbio manual, acelerando de 0 a 100 km/h em 9,7 segundos. Com câmbio automático, chega a 203 km/h e vai da imobilidade a 100 km/h em 10,7 s. O 1,6-litro chega a 186 kmh, atingindo 100 km/h em 12,6 segundos.

Traz a mesma configuração de suspensões do hatch, independente na dianteira tipo McPherson e por eixo de torção na traseira. Ao volante, mostrou que herda do modelo do qual deriva a eficiência em superar irregularidades no piso e disposição para uma condução mais esportiva. Durante o percurso de avaliação, no trecho de curvas sucessivas, o 307 sedã exibiu comportamento neutro, a despeito do maior peso na traseira – são 90 kg na versão com câmbio automático 1.384 kg e 81 kg na com caixa automática 1.411 kg. Restou saber como ele se comportará com o grande porta-malas cheio.

Seu porta-malas, aliás, apresentado como outro destaque, gera polêmica. A fábrica ressalta os 623 litros de capacidade, que o tornariam de longe o maior do segmento. No entanto esse valor só é obtido numa situação hipotética de se preencher todo e qualquer espaço do compartimento – com água, por exemplo. Pelo método VDA, que utiliza blocos retangulares e assemelha-se à utilização convencional, são 506 litros. É ainda um ótimo número – e deve-se destacar o fato de a Peugeot declarar ambos os números, esclarecendo os métodos de obtenção de cada um deles. Nem todas as fábricas fazem isso, optando pelo valor mais favorável.

Sua direção tem peso e resposta ideais, com funcionamento perfeito da assistência eletroidráulica. O câmbio automático, de 4 marchas, também mostra bom funcionamento, mas poderia ser melhor, caso fosse adotada a 5 marcha – como nos concorrentes Honda Civic e Renault Mégane 2-litros, citados acima. Essa mudança certamente traria mais agilidade ao sedã Peugeot – que tem bom tanque de combustível, com 60 litros.

A variação das válvulas de admissão no motor de 2 litros proporciona mais elasticidade ao motor, eliminando a necessidade de reduções de marcha em retomadas de velocidade. Essa característica, no entanto, é mais facilmente percebida com a caixa manual. Concorre para o bom desempenho o torque de 20 kgfm a 4.000 rpm, um bom regime, considerando-se o fato de ser um motor multivalvulado. No motor de menor cilindrada, os valores de 15,5 kgfm álcool e 14,2 kgfm gasolina surgem também a 4.000 rpm.

A expectativa da Peugeot é vender 3.200 unidades do 307 Sedan em 2006, divididas em 640 do Presence, 640 para o Feline com câmbio manual e 1.920 de Feline e Griffe com câmbio automático.

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