Peugeot mostra primeiras fotos do 207 CC

Cupê conversível do novo carro da Peugeot mantém tradição da marca
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Gustavo Ruffo
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- O pioneiro entre os cupês cabriolet foi o Peugeot 401, mas os carros que podiam ser cupê e conversíveis ao mesmo tempo ficaram durante muito tempo restritos ao Mercedes-Benz SLK até que a marca lançou o 206 CC, que popularizou o segmento e fez surgir modelos semelhantes de diversas outras marcas, como o Mégane, na Renault, o Focus, na Ford, o C70, na Volvo, e o Eos, na Volkswagen leia mais sobre ele aqui. Na esteira desse carro vieram o 307 CC e, agora, depois do lançamento do 207 na Europa, também surge a versão CC deste modelo, que deve estrear no Salão de Genebra do ano que vem, em março, com vendas logo a seguir.

Com 4,04 m de comprimento, quase 2 m de largura 1,97 m, contando os retrovisores, 1,40 m de altura e 2,54 m de entreeixos, a mesma medida do Fiat Marea, o 207 CC tem um belo porta-malas, de 370 l, que se reduz para 145 l com a capota rebaixada. Na hora de viajar, ou se escolhe usar os bancos traseiros como um depósito de bagagens ou manter a capota paradinha sobre as cabeças dos ocupantes.

Quando chegar ao mercado, o 207 CC deverá oferecer apenas três opções de motorização, todas 1,6 litro. Duas delas são a gasolina e a outra, a diesel. É provável que, se houver demanda por uma versão mais esportiva, o motor 2-litros receba alguma preparação para equipar este pequeno esportivo.

A opção de entrada é a 1,6-litro 16V de 120 cv, criado em parceria com a BMW. Essa potência toda se explica pelo comando de válvulas variável, um sistema que, mais do que os ganhos em potência e economia, se explica pela necessidade que os fabricantes têm hoje de reduzir as emissões.

O segundo motor é o 1.6 THP, Turbo High Pressure, ou turbo de alta pressão, que, no 207 CC, rende 150 cv a 5.800 rpm, potência que, há não muito tempo, apenas motores 2-litros conseguiam atingir para produção em série. O torque, então, é de tirar o chapéu: 24,5 kgm a meros 1.400 rpm, o que deve tornar o carrinho um legítimo foguete de bolso. Com esse motor, ele chega à máxima de 210 km/h.

Por fim, a versão que mais deve ser comercializada na Europa é a 1,6-litro turbodiesel de 109 cv a 4.000 rpm e os mesmos 24,5 kgm de torque a 1.750 rpm, que com a função overboost chega a 26,5 kgm. É a opção que o Brasil poderia adotar, não fosse a nossa matriz de transporte rodoviário.

Em termos de segurança, santantônios ativos ajudam a garantir a vida dos ocupantes em caso de capotamento, assim como pré-tensionadores dos cintos, airbags e os dispositivos-padrão para veículos dessa categoria na Europa, como ABS.

No Brasil, não há previsão de vendas deste carro, mas, se ele for importado, deverá vir após a chegada do 207, o que pode acontecer com sua fabricação em Porto Real, nos moldes em que ele existe no Velho Continente, ou como uma adaptação do 206, como o colunista Fernando Calmon adiantou esta semana leia mais sobre isso aqui

Gosta de cupês cabriolet?

Então veja aqui no WebMotors os que estão disponíveis no Brasil:

Peugeot 206 CC

Peugeot 307 CC

Mercedes-Benz SLK 230

Mercedes-Benz SLK 350

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