Volkswagen lança GTE, a versão híbrida do Golf

Importado da Alemanha e baseado na antiga geração do hatch médio, modelo custa R$ 199.990 e tem potência total de 204 cv

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Fernando Miragaya
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Depois de mostrar o carro no Salão do Automóvel de SP de 2018 e fazer algumas prévias ao longo de 2019, a Volkswagen finalmente lança, de forma oficial no país, o Golf GTE. O modelo é a versão híbrida do GTI, que chega nas próximas semanas por R$ 199.990. É baseado no "velho" Golf, que você vai entender mais abaixo.

De acordo com a Volks, além dele, outros seis modelos “eletrificados” chegarão ao mercado até 2023. Na carona, a marca ainda apresenta uma bicicleta e um patinete elétricos. Eles começam a ser vendidos em todas as concessionárias nos próximos meses e custam R$ 11.499 e R$ 3.399, respectivamente.

Como é o GTE?

O Golf GTE é um híbrido esportivo plug-in baseado no GTI com autonomia de até 939 km. Segundo a marca, ele precisa de pelo menos 2h15min para encher toda a bateria se conectado ao carregador mais rápido. E também consegue regenerar a bateria aproveitando energia das frenagens e desacelerações.

Por baixo, ele traz dois motores: o conhecido 1.4 TSI de 150 cv e 25, kgf.m de torque, o mesmo de Jetta e Tiguan, aliado a um motor elétrico de 104 cv e 33,6 kgf.m. Juntos, podem render até 204 cv e 35,7 kgf.m.

No modo mais esportivo comandado pela programação eletrônica do carro (chamado GTE), ele pode acelerar de 0 a 100 km/h em 7,6 segundos e chegar a 222 km/h de velocidade máxima. No comando dos dois propulsores está um câmbio automatizado de dupla embreagem (DSG) e seis marchas, o mesmo do GTI.

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Legenda: Volkswagen Golf GTE pode ter as baterias carregadas em menos de 2h30 no modo rápido
Crédito: Anré Deliberato/WM1

Ah, mas dá para rodar só no modo elétrico? Sim: são 50 quilômetros de autonomia no modo puramente EV, com velocidade máxima de impressionantes 130 km/h.

O carro vem com direção elétrica, assistência de condução (que inclui sistema de frenagem de emergência, detector de fadiga e o controle de cruzeiro adaptativo) e todos os itens de conforto que um Golf GTI oferece. O sistema de suspensão é ajustável.

Visualmente, o que muda?

Na parte estética, é possível reconhecer um GTE pelo design de LED no contorno da região dos faróis de neblina e pelos frisos azuis na grade dianteira. Além, é claro, dos emblemas GTE nas caixas de rodas e na tampa do porta-malas,  e das rodas exclusivas e diferentonas.

O carro começa a ser entregue a três concessionárias nos próximos dias (São Paulo, Curitiba e Brasília). É comercializado com as mesmas ofertas de revisões gratuitas e plano de manutenção a preços fixos que o Golf GTI. As entregas se iniciam somente no dia 11 de novembro.

Mas é o Golf velho...

O GTE lançado no Brasil é baseado no Golf de sétima geração, enquanto um novinho hatch em folha já foi mostrado na Europa. O presidente da VW brasileira, Pablo Di Si, justificou a importação do híbrido da Alemanha agora, pois, caso contrário, só em 2021 teriam a versão baseada no modelo novo.

"Preferimos lançar agora para atender as necessidades mais urgentes do mercado", disse o executivo.

Segundo Di Si, a estratégia atual não muda os planos de trazer o GTE do Golf VIII em 2021. Ele disse que a marca até estuda trazer as versões “normais” do hatch médio também.

Olho no Golf

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