A Bajaj do Brasil começou 2026 mais acelerada do que o mercado brasileiro de motocicletas em geral. A marca registrou vendas de 3.006 unidades no primeiro mês deste ano, volume 73,7% superior às 1.730 unidades emplacadas no mesmo mês do ano passado. O mercado, em geral, cresceu bem menos: 17,4% - foram 178.537 unidades entregues no mês passado, contra 151.955 em janeiro de 2025.
Segundo a Bajaj, o resultado de janeiro último também foi 28% superior à sua própria média mensal em 2025. O único número negativo aparece na comparação com dezembro último, quando a marca acompanhou o desaquecimento do mercado como um todo e teve 6,9% de queda nas vendas - foram 3.231 unidades em dezembro de 2025.

Apesar disso, o desempenho em janeiro revela que a Bajaj é de fato uma das marcas que mais crescem no país. A explicação é relativamente simples: a indiana tem uma linha de modelos enxuta, mas competitiva, com preços acessíveis, montagem em Manaus (AM) e, sobretudo, uma rede de concessionárias que cresce em ritmo impressionante - já são mais de 60 revendedores em todo o país.
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Entre os destaques no período, a Dominar 250 alcançou, em janeiro, o importante marco de 5 mil unidades emplacadas desde o seu lançamento, confirmando sua boa aceitação pelos consumidores brasileiros. Outro bom resultado veio com os modelos de 400 cm³ - Dominar 400 e Dominar NS400 Z.
No fechamento de 2025, os modelos, juntos, ultrapassaram a marca de 20 mil unidades emplacadas no acumulado desde o lançamento. Embora sejam os modelos mais caro da linha Bajaj no Brasil, são os mais vendidos justamente por terem um custo/benefício muito atraente.

Desde o início das vendas no mercado brasileiro, já foram emplacadas 47.524 motocicletas da Bajaj, e produzidas cerca 45.000 unidades na linha de montagem de Manaus (AM).
"Os resultados positivos alcançados por todos os nossos modelos disponíveis no mercado brasileiro refletem a confiança do consumidor na Bajaj. Crescer acima do mercado e atingir números tão relevantes em tão pouco tempo de operação mostra que estamos no caminho certo, alinhados às necessidades do público e com pós-venda cada vez mais sólido”, destacou Waldyr Ferreira, Managing Director da Bajaj do Brasil.
Enquanto em outros países da América do Sul a Bajaj opera por meio de importadores e distribuidores, no Brasil a marca estreou com uma subsidiária própria, em dezembro de 2022. Em junho de 2024, a indiana iniciou as operações na fábrica brasileira, localizada na cidade de Manaus (AM).
A planta, que é a primeira unidade produtiva da Bajaj fora da Índia, foi inaugurada com capacidade produtiva para 20 mil motos e recebeu aporte adicional em 2025 para expandir a estrutura e passar a produzir até 48 mil motocicletas por ano. Na unidade atuam mais de 200 pessoas na operação, entre funcionários diretos e indiretos.
A operação é em regime Completely Knock Down (CKD). Ou seja, as motos vêm completamente desmontadas da Índia e são montadas lá - realizando os processos de preparação de kit, montagem de motor, montagem da motocicleta, controle de qualidade, embalagem e expedição.
Atualmente, a Bajaj comercializa seis modelos no mercado brasileiro, Pulsar N150, Dominar NS160, Dominar NS200, Dominar 250, Dominar 400 e Dominar NS400 Z.
Em 2024, a marca triplicou a sua rede de concessionárias (em comparação com 2023). E continua em ritmo de expansão em 2025. Hoje, são 63 endereços, localizados em Campinas (SP), com duas lojas; Guarulhos (SP); Jundiaí (SP); Osasco (SP); Piracicaba (SP); Ribeirão Preto (SP); Santo André (SP); Santos (SP); São Bernardo do Campo (SP); São Paulo (SP), onde a marca tem 7 lojas; São José do Rio Preto (SP); Sorocaba (SP); Belo Horizonte (MG); Ipatinga (MG); Juiz de Fora (MG); Campo dos Goytacazes (RJ); Rio de Janeiro (RJ), com duas lojas; São João de Meriti (RJ); Niterói (RJ); Serra (ES); Vitória (ES); Campo Grande (MS); Cuiabá (MT); Dourados (MS); Goiânia (GO); Brasília (DF); Taguatinga (DF); Curitiba (PR); Ponta Grossa (PR); Londrina (PR); Florianópolis (SC); Itajaí (SC); Joinville (SC); Porto Alegre (RS); Belém (PA); Macapá (AP); Manaus (AM); Marabá (PA); Aracaju (SE); Arapiraca (AL); Caruaru (PE); Feira de Santana (BA); Itabuna (BA); Fortaleza (CE); João Pessoa (PB); Maceió (AL); Mossoró (RN); Natal (RN); Parnamirim (RN); Parnaíba (PI); Petrolina (PE); Recife (PE); Salvador (BA); São Luís (MA) e Teresina (PI).