Mas também houve más notícias. O lucro operacional fechou em US$ 223 milhões, uma queda de 14%. Segundo o relatório da marca americana, "os preços globais foram capazes de compensar a inflação de custos, mas a margem foi impactada negativamente por envios mais baixos devido à contínua escassez de semicondutores". Ou seja, os preços mais altos da motos impactaram positivamente os negócios, mas a falta de componentes limitou a produção e, consequentemente, as vendas.
Aliás, neste primeiro trimestre, as vendas globais da marca no varejo cresceram 2% em relação ao ano anterior, impulsionadas principalmente pelas regiões EMEA (Europa, Oriente Médio e África), com 28% de crescimento, Ásia-Pacífico, com 16%, e América Latina, com 13%. No entanto, a Harley teve desempenho negativo de 5% na América do Norte - a produção limitada foi apontada como principal motivo.
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A Harley-Davison mantém a expectativa geral para este ano de ampliar seu faturamento entre 5% e 10%, e atingir um crescimento de 11% a 12% na margem de lucro operacional. Já os investimento de capital deverão ficar entre US$ 190 milhões e US$ 220 milhões. A empresa acredita que aspectos como logística e manufatura deverão melhorar um pouco no segundo semestre, à medida em que a oferta de semicondutores se estabilize e os picos de inflação de 2021 sejam superados.
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