Henrique Fogaça pilota fogão e motos da Triumph

Chef é nomeado embaixador da marca inglesa no Brasil

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Karina Simões
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Triumph iniciou na noite de ontem (30) as comemorações de seu 5º ano de operação no Brasil nomeando o chef Henrique Fogaça como embaixador da marca no país. Além do fogão, o chef passará a pilotar no dia a dia também uma Bonneville T120 Black, lançada mês passado.

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Legenda: Henrique Fogaça
Crédito: Henrique Fogaça

A Bonne é uma clássica contamporânea - por mais contraditório que esse nome possa soar -, montada em Manaus (AM) e vendida a R$ 42.500. Ela tem mecânica moderna e visual anos 1960. O motor é bicilíndrico de 1.200 cm³ refrigerado a líquido, que gera 80 cv e 10,5 kgf.m de torque. Além da moto, Fogaça vai utilizar os produtos da marca e comparecer aos principais eventos de lançamento, como o das novas clássicas Bobber, Scrambler e Street Cup, esperadas para o mês de maio. Embora tenha um line up extenso com trails, esportivas e nakeds, a marca quer se tornar uma referência em clássicas.

“Para a Triumph é muito importante a parceria com uma celebridade com o carisma e profissionalismo de Fogaça. Seu perfil desbravador, empreendedor e inovador carrega muito dos valores da Triumph”, afirma Gislaine Matano, gerente de Marketing e Comunicação da divisão nacional da marca.

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Legenda: Henrique Fogaça
Crédito: Henrique Fogaça

Henrique Fogaça ganhou fama nacional com a participação no programa Master Chef, mas há anos ele é  personalidade reconhecida entre os amantes da boa comida. É proprietário dos restaurantes Sal Gastronomia, Cão Véio e Admiral’s Place, e sua paixão pelo segmento de duas rodas vem de longa data. “Uso a moto para ir de um restaurante a outro, faço isso várias vezes todos os dias, de carro não tem como”, diz. Para o chef, uma moto com o tempero ideal tem que ter qualidade e, claro, um barulho gostoso. Sua Bonne ainda está original, ele diz que vai curtir a moto como está por um tempo, mas para o futuro pensa em dar uma apimentada na clássica.

Mercado

O mercado de motos de alta cilindrada caiu 20% em 2016, um cenário pouco animador para os fabricantes. Todavia, ao passo que a Triumph perdeu 2,5% de volume, ganhou participação no segmento – foi de 8,9% em 2015 para mais de 11% em 2016.

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