Já em relação a março do ano passado, quando foram vendidas 152.672 unidades, o crescimento foi ainda maior: 8,7%. E no acumulado deste ano - primeiro trimestre -, o volume já chegou a 473.927 unidades emplacadas, um aumento de 9,6% na comparação com o mesmo período de 2024.
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O market share de março mostrou a continuidade do domínio da Honda, que respondeu por 67,4% das vendas. Em segundo lugar ficou a Yamaha, com 13,9%, seguida por Shineray, com 5,4%; Mottu, com 4,8%; e Royal Enfield, com 1,3%. Todas as outras marcas presentes no mercado brasileiro responderam, juntas, por 7%.
Esses números de market share consolidam uma mudança importante que já vinha sendo percebida ao longo do ano passado. Shineray em terceiro, Mottu em quarto e Royal Enfield em quinto deixaram para trás marcas que, no passado, ocupavam essas posições quase que permanentemente - caso de BMW, Kawasaki, Suzuki e Haojue, entre outras.
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Ou seja, hoje o mercado brasileiro de motocicletas vive, de fato, uma nova realidade. Dificilmente Honda e Yamaha perderão as duas primeiras colocações - especialmente a primeira, que tem uma imbatível capacidade de produção em Manaus (AM) e uma rede com cerca de mil concessionários que abrange todo o país.
A Yamaha deverá ser uma "eterna" segunda colocada, mas sua participação no mercado geral tem crescido progressivamente - isso se deve, também, ao crescimento geral do mercado.
Mas as posições seguintes - terceira em diante - continuarão a ser disputadas pelas "newcomers", que têm investido forte no mercado brasileiro com modelos diferentes dos produzidos pelas "grandes", caso da Royal Enfield, com propostas diferenciadas, caso da Mottu, ou com preços baixos, caso da Shineray.
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E vale lembrar que marcas como a Bajaj e até a Triumph também crescem progressivamente, e que outras marcas que ainda estudam entrar no país - como a gigante indiana TVS - poderão, no futuro, fazer o cenário mudar ainda mais.
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