Que moto você gostaria de ver no Brasil? - Parte 2

Selecionamos alguns modelos que teriam espaço no país, mesmo em nichos, e dividimos em duas listas. Veja a segunda:

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Roberto Dutra
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Que moto que você gostaria de ter, mas que infelizmente não é vendida no Brasil? Naturalmente há centenas de respostas diferentes, já que sonhar ainda é de graça. E é claro que toda e qualquer moto de baixa cilindrada e boa qualidade teria espaço aqui. No caso dos modelos de média e alta cilindrada, é preciso peneirar mais e pensar em critérios como espaço no mercado e rentabilidade - mesmo que sejam modelos de nicho.

Elaboramos, então, uma divertida lista com modelos que certamente teriam procura por aqui. Incluímos motos de marcas conhecidas, presentes ou não no Brasil, e também motos excepcionalmente exclusivas, daquelas que venderiam bem pouco - mas que adoraríamos ver nas ruas ou em algum evento motociclístico só para admirar. Para sermos justos, também escolhemos duas de cada categoria. A primeira de cada categoria publicada no sábado (22). Eis a segunda parte de nossa lista.

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Escolha qual moto se daria bem no Brasil:

1. Retrô: Kawasaki W800

É difícil achar defeitos na charmosa Kawasaki W800, modelo lançado pela marca japonesa para retornar ao segmento de "clássicas modernas" - onde a Triumph reinou sozinha por um bom tempo com a linha Bonneville. A Kawa tem visual vintage até no motor bicilíndrico, que exibe o enorme comando externo por vareta no lado direito. Tem 48 cv de potência a 6.000 rpm, torque de 6,4 kgf.m a 4.800 rpm e custa o equivalente a R$ 64.400 na Europa.

Kawasaki W800
A linda Kawasaki W800 brigaria com a Triumph Bonneville no  segmento das "clássicas modernas"
Crédito: Divulgação
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2. Custom: Honda Rebel 500

A Rebel 500 já é relativamente conhecida no mercado brasileiro, pois esteve em exibição no Salão Duas Rodas de 2019. A Honda, provavelmente, testava a reação do público para a moto aqui no Brasil e, assim, decidir por sua venda ou não no país - e até agora o martelo não foi batido, até por conta de problemas como a pandemia mundial de covid-19.

Se vier, vai ocupar um espaço no vago no segmento de motos custom, que atualmente só tem modelos de baixa cilindrada ou acima de 650 cm³. O motor da Rebel 500 é o mesmo da nossa CB 500F: dois cilindros, 471 cm³, 50,4 cv a 8.500 rpm e 4,5 kgf.m de torque a 6.500 rpm. Nos Estados Unidos, a moto custa o equivalente a  uns R$ 33.700.

Honda Rebel 500
A Honda Rebel 500 deu as caras no Salão Duas Rodas de 2019, mas até agora nada nas lojas...
Crédito: Divulgação
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3. Sport: Yamaha YZF-R1

A YZF-R1 é uma moto que já foi vendida no Brasil e tem aqui uma legião de fãs de seu desempenho superlativo e sua aparência sempre muito agressiva. Infelizmente a Yamaha deixou de importá-la em 2016. Mas a moto ainda existe lá fora firme e forte, nas versões standard e R1M. Com design impressionante e desafiador, tem motor de 998 cm³ que produz 200 cv de potência máxima e a leva à velocidade máxima de 298 km/h. Na terra do Tio Sam, custa o equivalente a R$ 93.300.

A super agressiva Yamaha YZF-R1 deixou de ser importada em 2016. Lá fora, segue firme e forte - com 200 cv de potência!
Crédito: Divulgação
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4. Exótica: Boss Hoss

A Boss Hoss é uma moto produzida em pequena escala nos Estados Unidos, mas faz muito sucesso por lá devido às suas dimensões superlativas. É enorme, pesada e tem o maior motor do mundo aplicado em uma moto de série, mas que não é de moto: trata-se do famoso Chevrolet V8 com 5.7 litros.  A configuração standard da moto tem as versões GM LS3, 383 Stroker e 454 Small Block. A mais "calma" dispõe de nada menos que 445 cv de potência (sim, é isso mesmo!) e torque de 61,5 kgf.m de torque - coisa, literalmente, de caminhão. A moto custa, em média, R$ 250 mil...

A Boss Hoss é tão grande que mal cabe na foto: motor é um Chevrolet V8 com 5.7 litros com pelo menos 445 cv
Crédito: Divulgação
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5. Naked: Norton Atlas

A Norton é uma das mais tradicionais fabricantes de motocicletas inglesas. Originalmente sediada em Birmingham, na Inglaterra, nasceu em 1898 e enfrentou muitos altos e baixo ao longo de sua história - inclusive a interrupção da produção ali em meados dos anos 80. Mas, em 2008, um empresário comprou os direitos da marca e retomou a produção, agora com sede em Donnington Park - onde nasceu a linda Norton Commando, entre outras novidades.

Mas novas patinadas levaram a marca a ser comprada, em abril do ano passado, pela gigante indiana TVS Motor Company. Assim, a Norton continua viva e a criar novos modelos, como a lindíssima Atlas, que não é bem uma naked, mas deriva de uma. Com design levemente scrambler e motor bicilíndrico com 650 cm³, 84 cv de potência e 6,5 kgf.m de torque, ela ficaria muito bem na minha garagem.

A Atlas 650 é um dos novos projetos da Norton sob o comando da gigante indiana TVS Motor Company
Crédito: Divulgação
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6. Trail: Ural CT

Ter uma motocicleta Ural em casa seria como ter uma joia rara, um diamante precioso. Essa moto de origem russa é uma espécie de trator, mas não é exatamente uma moto trail. É um veículo utilitário, com câmbio curto e capacidade para transpor riachos, trechos de pedras e o que mais o caro leitor imaginar.

E tem mais: além disso tudo, carrega a tiracolo um sidecar, cuja roda também é de tração - é ligada à roda traseira da moto por um eixo cardã. Diversão pura, tem câmbio com quatro marchas mais uma marcha-a-ré e motor boxer de 750 cm³, que rende 41 cv de potência a 5.500 rpm e torque de 5,8 kgf.m a 4.300 rpm. Custa o equivalente a R$ 83.100.

A Ural CT é uma espécie de trator com três rodas. E a do side-car, ligada à roda traseira da moto,  também traciona!
Crédito: Divulgação
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