Royal Enfield viaja ao Polo Sul com duas Himalayan

Para comemorar 120 anos de produção ininterrupta, marca completou o desafio de levar as trail ao Paralelo 90° Sul

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Roberto Dutra
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A Royal Enfield conseguiu concluir o desafio de levar duas Himalayan 411 rodando até o limite meridional do planeta, o paralelo 90° Sul. A equipe, composta por dois motociclistas e veículos de apoio, percorreu cerca de 770 km no continente gelado.

Royal Enfield Polo Sul 4
Sem câmaras, os pneus das Himalayan usadas na aventura ganharam cravos e correntes
Crédito: Reprodução
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Como publicamos aqui, a aventura da Royal Enfield começou há alguns meses com o projeto ainda no papel. Depois de levar suas motos a lugares inóspitos, perigosos e pitorescos como o acampamento-base do Monte Everest, no Tibete, e ao deserto de Kutch, na própria Índia, entre outros, a marca resolveu ir ao continente gelado para comemorar os 120 anos de produção ininterrupta.

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A largada aconteceu na Cidade do Cabo, na África do Sul, no dia 26 de novembro. Os dois pilotos da Royal Enfield - Santhosh Vijay Kumar, Líder de Rides & Community Royal Enfield, e Dean Coxson, Engenheiro Sênior de Desenvolvimento de Produtos Royal Enfield - partiram de lá e, depois de passar pela Plataforma de Gelo Ross através da Geleira Leverett, chegaram ao Polo Sul geográfico, na estação Amundsen-Scott Pole.

Pilotar na neve é uma das situações mais difíceis, pois a motocicleta fica instável o tempo todo
Crédito: Reprodução
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A Himalayan é conhecida do público brasileiro (aqui ela custa iniciais R$ 20.390). Lançada em 2016, é simples e robusta, com motor monocilíndrico de 411 cm³ refrigerado a ar. As duas unidades usadas na aventura sofreram algumas poucas alterações. Por exemplo, para dar maior torque na roda traseira, o pinhão da relação foi alterada de uma unidade com 15 dentes para uma com 13 dentes. Os pneus usados eram sem câmara e cravejados, para poder rodar com pressões muito baixas e aumentar a flutuação na neve macia, ao mesmo tempo em que proporciona tração adequada no gelo duro.

Uma das Himalayan usadas no desafio aguarda na oficina da Royal Enfield, onde passou por algumas mudanças
Crédito: Reprodução
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As motos também ganharam um alternador mais forte, com uso de ímãs de terras raras, de modo a permitir a produção de mais corrente e a utilização de equipamentos aquecidos fora da bateria. Mas a novidade mais inusitada foi a aplicação de um esqui preso às bengalas da suspensão dianteira, para evitar afundamento excessivo da frente da moto na neve fofa.

No detalhe, o esqui acoplado às bengalas da suspensão dianteira para evitar afundamento na neve fofa
Crédito: Reprodução
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Confira abaixo o vídeo sobre a expedição, ainda na fase de testes, realizados na geleira Langjokull, na Islândia, que tem condições de rodagem semelhantes às da Antártida. Inclui imagens espetaculares com tombos, carros incríveis, aurora boreal e muito perrengue. Agora, esperamos o vídeo completo com a realização da façanha!

 

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