Alertas de saída de faixa, marcações viárias adicionais detectáveis por câmera e novos sensores poderiam intervir antes que o veículo começasse a sair de controle. Contudo, árvores existentes devem ser protegidas por barreiras adequadas e as novas devem ser plantadas a uma distância segura da estrada.
Usuários da via sobre duas rodas ou a pé sempre foram os mais vulneráveis. O desenho de veículos mais favoráveis a pedestres, os limites de velocidade reduzidos em cidades e vilas, os melhores faróis e as campanhas de conscientização levaram a uma diminuição do número de mortes de pedestres. No entanto, os resultados têm estagnado há vários anos ou até voltado a aumentar em alguns países.
Saiba mais:
Muito perigosa é a colisão entre um caminhão em conversão e um ciclista ou pedestre. Os pontos cegos não podem ser completamente eliminados mesmo com espelhos ou câmeras adicionais. Nem os melhores sensores conseguem detectar todos os perigos – por exemplo, quando ciclistas estão ocultos por veículos estacionados. O número de acidentes graves desse tipo em centros urbanos permanece quase constante.
Assistentes de frenagem de emergência detectam obstáculos e veículos lentos ou parados e, em caso de necessidade, acionam os freios. O controle de cruzeiro adaptativo garante a manutenção da distância segura para o veículo à frente. Porém, ainda permanece a advertência: um segundo de desatenção pode ser fatal. Apesar dos avanços tecnológicos, distrações causadas por celulares, telas táteis, cansaço, sono e pressão de tempo continuam sendo causas recorrentes de colisões graves.
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