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Mas antes de falar no BMW a hidrogênio, preciso falar da tecnologia. Diferentemente dos elétricos convencionais, que são carregados na tomada, os automóveis a hidrogênio bem que poderiam ser chamados de elétricos sem tomada.
É que, em vez de plugar o automóvel na rede elétrica, você vai até um posto e completa o tanque com gás hidrogênio.
Esse hidrogênio reage com o oxigênio em um componente chamado célula de combustível, se transformando em eletricidade para alimentar o conjunto motriz. Ou seja: energia elétrica sem a necessidade de plugar o automóvel no carregador.
Três gerações
O primeiro BMW a hidrogênio de produção em série será equipado com a terceira geração do conjunto motriz a célula de combustível da empresa. Mas o que foi feito das duas gerações anteriores?É que faz mais de dez anos que a BMW testa carros elétricos com célula de combustível a hidrogênio sem disponibilizá-los para o consumidor final.
O que a marca alemã considera a "primeira geração" do sistema foram unidades do sedã 535iA que, lá em 2014, foram convertidas em carros elétricos com célula de combustível usando componentes fornecidos pela japonesa Toyota.
Já em 2022 surgiu a segunda geração do conjunto motriz a célula de combustível da BMW. O componente, que equipou exemplares do BMW iX5 Hydrogen, já tinha mais componentes criados especificamente para a marca alemã, embora com alto percentual de peças "de prateleira" da Toyota.
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Nessa terceira geração, a BMW resolveu unir esforços com a Toyota e desenvolver um novo conjunto motriz do zero, a quatro mãos.
Ainda em testes, esse conjunto motriz a hidrogênio de terceira geração é ainda mais compacto que os anteriores e mais integrado à arquitetura dos modelos da marca alemã.
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