Símbolo máximo de modernidade nesses tempos de carros conectados (e cada vez mais parecidos com smartphones), as telas sensíveis ao toque levaram à redução do número de botões físicos até mesmo nos automóveis de entrada.
Mas acredito que muita gente vai concordar comigo: em termos de usabilidade, nada substitui os "velhos" botões físicos. Agora, os fãs dos carros da velha guarda ganharam o reforço de um estudo feito pela publicação sueca Vi Bilägare.

Foram avaliados onze carros atuais de diferentes fabricantes, nos quais os motoristas tinham que realizar quatro tarefas simples (mudar a estação de rádio, ajustar o ar-condicionado, zerar o hodômetro e reduzir a luminosidade do painel) enquanto guiavam a 110 km/h.
Um detalhe: os condutores tiveram tempo para treinar a execução dos comandos antes do teste "pra valer". O tempo de reação, então, foi comparado com o exigido para a execução das mesmas tarefas em um carro "analógico": um Volvo V70 do início do anos 2000.
Pois o melhor carro do teste foi justamente o analógico Volvo V70. Foram necessários apenas 10 segundos para a execução das quatro tarefas em seus botões físicos. Já o pior resultado foi o obtido pelo SUV sino-britânico MG Marvel R, que exigiu 44,9 segundos (!).
Curiosamente, o modelo da MG tinha a maior multimídia do teste, com uma tela de 19,4 polegadas. A lista também traz carros disponíveis no Brasil, como o elétrico BMW iX (30,4 segundos), o Mercedes-Benz GLB (20,2 segundos) e o Subaru Outback (19,4 segundos).



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