A atualização da fábrica de Anápolis (GO) elevou o nível da operação da Caoa. Houve ampliação de capacidade e reorganização interna. Nesse contexto está o Changan Uni-T, junto aos modelos da Chery. As duas são concorrentes figadais na China e aqui produzidos sob o mesmo teto de uma marca nacional. O SUV médio-compacto é um pouco maior que os principais concorrentes. Tem 4,53 metros de comprimento, 2,71 metrios de entre-eixos, 1,87 metro de largura e 1,56 metro de altura. O porta-malas tem capacidade para 425 litros e o tanque de combustível pega 55 litros.
O estilo foge do padrão do segmento, com superfícies bem trabalhadas, proporções diferentes e identidade própria. Destaque visual para as quatro saídas de escapamento no para-choque. A fabricante brasileira rodou cerca de 2 milhões de quilômetros a fim de recalibrar suspensões, direção e trem de força.
O interior apresenta boa qualidade de materiais e montagem. As duas telas integradas somam 25,1 polegadas, com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, além concentrar a maior parte das funções, inclusive o modismo chinês nada prático de regulagem dos espelhos.
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O motor turbo flex rende180 cv de potência e 29,2 kgfm de torque (alguns concorrentes entregam desempenho melhor com etanol). O câmbio é automatizado de dupla embreagem, banhada a óleo, com sete marchas, sem possibilidade de trocas manuais.
A suspensão independente nas quatro rodas, com McPherson na dianteira e multibraço na traseira, tem bom acerto, sem penalizar o conforto. Com rodas de 20 polegadas e pneus de perfil 45, o resultado é acima do esperado. Preço de lançamento: R$ 169.990 com garantia de sete anos.
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