Top 3: nova Chevrolet Spin

Levantamos três pontos positivos e três negativos para ajudar você a decidir se a nova Chevrolet Spin é ideal para você

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Redação WM1
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A Chevrolet apresentou oficialmente na noite de quarta-feira, em Foz do Iguaçú (PR), a linha 2019 da Spin, modelo que domina de maneira absoluta o segmento das minivans no Brasil. Para fazer um rápido raio-x do monovolume, levantamos cinco pontos positivos e cinco negativos para ajudar você a decidir se a Spin é ou não uma boa compra para suas necessidades.

PONTOS POSITIVOS

Design – Fato: se a nova Chevrolet Spin ainda não te seduz pelo olhar, pelo menos, agora, não causa aversão como a anterior – alvo de duras críticas pelo desenho. O fato de ter passado por uma profunda repaginada estética, pode sim levar para dentro das concessionárias Chevrolet clientes que entendiam a racionalidade da minivan, mas a descartavam por conta do visual.

A dianteira ganhou novos para-choque, faróis, grade e capô. Tudo remete muito ao sedã compacto Cobalt. As rodas ganharam desenho mais moderno e a traseira, assim como a dianteira, ganhou novo para-choque, lanternas traseiras em posição horizontal e até a posição da placa foi ajustada. No caso da versão com leve apelo aventureiro Activ, o estepe na tampa do porta-malas foi para dentro do bagageiro.

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Legenda: Chevrolet Spin ganhou design que pode não seduzir, mas diminui as críticas
Crédito: Divulgação

Espaço Interno – A nova Spin não cresceu. Continua com as mesmas medidas - comprimento e distância entre os eixos – da anterior, mas a Chevrolet conseguiu melhorar as coisas pelo lado de dentro. Os bancos dianteiros foram redesenhados, proporcionando um ganho de até 3 centímetros para os joelhos de quem viaja na segunda fileira.

Aliás, a segunda fileira é que passa a oferecer duas funções que agregam comodidade aos ocupantes. Agora, os assentos têm ajustes longitudinais de até 11 centímetros e os encostos são equipados com regulagem de inclinação (6 posições).

Com isso, o espaço do porta-malas, na configuração com cinco lugares, passou de 710 litros para 756 litros, e no caso das opções para sete pessoas, o espaço para os ocupantes da terceira fileira foi levemente ampliado – nada, porém, que transforme os dois bancos no melhor lugar da Spin (longe disso).

 Chevrolet Spin ganhou em espaço com bancos dianteiros redesenhados e modularidade dos assentos da segunda fileira
Legenda: Chevrolet Spin ganhou em espaço com bancos dianteiros redesenhados e modularidade dos assentos da segunda fileira
Crédito: Divulgação

Itens de Série – A lista de equipamentos de série ganhou alguns ‘mimos’ interessantes. Desde a versão de entrada LS, por exemplo, há encosto de cabeça e cinto de segurança de três pontos para todos os passageiros, além de ISOFIX e Top Theter – isso além do ar-condicionado, direção com assistência elétrica, e travas e vidros elétricos. Já na LT manual, por exemplo, sensor de estacionamento traseiro vem de fábrica, e na automática de 6 marchas estão disponíveis controlador de velocidade, OnStar e alerta de esquecimento de objetos no banco traseiro. E a partir da LTZ os sensores de chuva e crepuscular, e a câmera de ré, são de série.

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Legenda: Chevrolet Spin ainda abusa dos plásticos
Crédito: Divulgação

PONTOS NEGATIVOS

Conjunto Mecânico – Apesar de ter recalibrado motor e câmbio, o conjunto mecânico da Spin não passou por evoluções significativas. O propulsor 1.8 8V Flex de quatro cilindros continua gerando até 111 cv de potência e a transmissão é automática de seis marchas. Em performance, a Chevrolet fala em melhorias de quase um segundo na aceleração de 0 a 100 km/h e na retomada de 80 km/h a 120 km/h. O problema é que o consumo – lembrando que a Spin é um carro 99,9% racional e 0,1% passional – continua um pouco distante do ideal: 10,4 km/l (G)/7,8 km/l (E) na cidade e 13,2 km/l (G)/9,0 km/l (E), na estrada.

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Legenda: Chevrolet Spin continua equipada com motor 1.8 8V Flex
Crédito: Divulgação

Assistências – Apesar de um carro familiar, a Spin fica devendo alguns itens de segurança. Tudo bem que sua performance está longe se ser esportiva, mas não ter controles de tração e estabilidade é algo que acaba pesando contra. Estes recursos eletrônicos podem impedir um acidente quando a minivan estiver rodando por uma pista com baixo nível de aderência. Seria realmente um diferencial.

 Chevrolet Spin não oferece controles de tração e estabilidade nem mesmo como opcionais
Legenda: Chevrolet Spin não oferece controles de tração e estabilidade nem mesmo como opcionais
Crédito: Divulgação

Acabamento – Apesar de sóbrio, o acabamento da Spin poderia trazer um pouco mais de requinte. As peças estão bem encaixadas – mostrando qualidade de montagem – e não apresentam rebarbas, mas a quantidade excessiva de plásticos duros – especialmente nas versões mais entrada – deixam a minivan com pegada de Onix ou Prisma, mesmo custando mais de R$ 63 mil. Peças emborrachadas poderiam ajudar a diminuir esta simplicidade latente.

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Legenda: Chevrolet Spin 2019 terá volante reestilizado e novo painel
Crédito: Divulgação

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